Planejamento? Em média um treinador é demitido por rodada na Série B
Até aqui o Bragantino é o líder desta estatística, com 3 treinadores diferentes em 13 jogos
O Campeonato Brasileiro da Série B derrubou o 11º técnico na noite da última terça-feira
São Paulo, SP, 29 (AFI) – . Após a derrota por 3 a 1 para o CRB em Santa Catarina, na 13ª rodada, o Joinville comunicou oficialmente o desligamento de Hemerson Maria na zona de rebaixamento, com 28,2% de aproveitamento. No geral a média até aqui é de quase um treinador demitido por rodada, com o Bragantino liderando a estatística.
Isso porque o time de Bragança Paulista começou a competição com Léo Condé, chegou a brigar pelo G4, mas caiu de produção e foi trocado por Toninho Cecílio. Sofrendo com lesões e sem conseguir dar um padrão tático para o grupo, o treinador também deixou o Massa Bruta para o retorno de Marcelo Veiga, que já estreou na terça com empate por 1 a 1 com o Ceará.
Léo Condé, depois de deixar o estádio Nabi Abi Chedid, viajou para Goiânia e assinou com o Goiás para o restante da competição. Porém, para ele chegar ao Serra Dourada, Enderson Moreira teve que dar adeus ao verdão e até o momento está no mercado em busca de novos trabalhos. Caminho seguido por outros profissionais da área, como Claudinei Oliveira e Doriva.

O primeiro começou a Série B no Paraná, enquanto o outro estava no Bahia inclusive na briga pelo G4, mas ambos caíram após uma sequencia negativa de resultados. Situação parecida vivida por Ricardo Drubscky, que tentou acertar o Tupi dentro de campo, mas sofreu com a inconstância do elenco e acabou deixando o cargo com um acordo amigável junto a diretoria.
Na região norte do país, Petkovic deixou o Sampaio Corrêa ainda no início do campeonato nacional, logo após perder o título do Campeonato Maranhense para o Moto Club na final. Já Dado Cavalvanti também sofreu com a pressão no Paysandu e acabou deixando o Curuzu no meio da competição para dar lugar a Gilmar Dal Pozzo.
Procurando um espaço no mercado brasileiro, Rogério Mancini começou o ano como técnico do Vila Nova-GO para a Série B, mas aos poucos foi perdendo espaço e principalmente apoio da diretoria. Com isso voltou ao cargo de auxiliar e deu lugar para Guilherme Alves. Por fim, em Itápolis, Roberto Cavalo sofreu com a parceria de Oeste e Audax, e viu Fernando Diniz assumir seu cargo.





































































































































