E como as pessoas não têm o que explicar, logo se escondem, e nada acrescentaria se viessem a público com desculpas esfarrapadas.
Não paga-se salários a jogadores, a casa está arrombada por incompetência de quem a dirige, e são recordes & recordes de derrotas.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 16 (AFI) – Seria conto da ‘carochinha’ ou realidade que futuramente as pessoas poderão esperar por transporte gratuito nos finais de semana, sabe-se lá como?
Se de um lado fala-se demais sobre coisas fora do imaginário; do outro, o silêncio de quem não tem o que falar, pois não paga-se salários a jogadores, a casa está arrombada por incompetência de quem a dirige, e são recordes & recordes de derrotas.
E como as pessoas não têm o que explicar, logo se escondem, e nada acrescentaria se viessem a público com desculpas esfarrapadas.
ESQUECIMENTO AOS BENEFICIÁRIOS
De um lado, quem decide pelo reajuste do Bolsa Família aos dependentes faz confissão que deles se esqueceu durante três anos e nove meses, mas de repente acordou para a realidade.
E, sem o menor constrangimento, sinaliza o reajuste antes do término de um mandato, mas não o coloca na previsão orçamentária de 2027.
É a típica confissão de esquecimento, entendeu?
De outro lado, cai do céu gente propensa a consertar estragos feitos em clube de futebol, mas pessoas que perderam o controle da situação não desocupam o lugar.
SUPERÁVIT PRIMÁRIO
De um lado um agente público assume o cargo com superávit primário de R$ 50 bilhões, mas diz que precisou de um tempo para recompor as finanças; enquanto do outro gastou-se de forma indevida aquilo que não se dispunha e fechou-se os olhos para o crescimento da dívida.
Coincidência nas duas situações é que ninguém se dispõe a largar tudo e ir para casa descansar permanentemente.
Acham melhor o ‘incêndio’.





































































































































