Paulistão: Yago e Clayson fazem tratamento intensivo e para jogar final pela Ponte Preta

O zagueiro Yago e o meia Clayson, ambos contundidos, vão trabalhar de forma intensiva para estar em campo na tentativa do milagre

O zagueiro Yago e o meia Clayson, ambos contundidos, vão trabalhar de forma intensiva para estar em campo na tentativa do milagre

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Campinas, SP, 2 – Com a determinação da diretoria e o apoio da comissão técnica, a Ponte Preta vai mandar a força máxima contra o Corinthians no segundo jogo da final, neste domingo, no estádio Itaquerão, em São Paulo, pelo título do Campeonato Paulista.

Clayson só ganha dias de repouso

Clayson só ganha dias de repouso

Por isso, o zagueiro Yago e o meia Clayson, ambos contundidos, vão trabalhar de forma intensiva para estarem em campo na tentativa do milagre – reverter a vantagem corintiana de 3 a 0, conquistada em Campinas (SP). A equipe campineira precisa devolver o placar para levar a definição aos pênaltis ou golear por quatro ou mais gols de diferença.

CONFIANÇA
O médico Roberto Nishimura mostrou muita confiança de que os dois lesionados estejam em boas condições para o segundo jogo final. Clayson só sentiu dores no joelho, devido ao desgaste dos últimos jogos. Basicamente, precisa apenas de repouso para uma plena recuperação.

Com relação a Yago, ele tem apenas um dor na parte posterior da coxa direita, mas não representa problema. Desta forma, espera-se que ele esteja em campo ao lado de Marllon, que cumpriu suspensão automática e volta na vaga de Fábio Ferreira. Este, aliás, já tem encaminhada a sua volta ao Criciúma, onde atuou entre 2013 e 2015.

CABISBAIXOS
Por mais que a comissão técnica tente mostrar confiança, os jogadores voltaram aos treinos nesta terça-feira bem abatidos. Eles não esperavam a derrota inicial, muito menos pelo placar elástico que praticamente inviabilizou a conquista do inédito título.

Para evitar a exposição dos jogadores, quem apareceu para a entrevista coletiva, desta vez, foi o gerente de futebol Gustavo Bueno. Ele tratou de reafirmar a disposição do clube em lutar até o final, em um discurso já manjado no futebol.

“Nós temos que brigar até o final porque ainda há esperança. Nós temos condições de reagir porque se tivemos uma tarde infeliz o mesmo pode acontecer com nosso adversário. No futebol, tudo é possível”, afirmou.