Paulistão: Vice do Marília agride representante do Sindicato dos Atletas no Abreuzão
Mauro visitou o Marília depois que alguns jogadores do clube comunicaram o sindicato de que estavam sem receber salário desde o mês de novembro de 2014
Mauro visitou o Marília depois que alguns jogadores do clube comunicaram o sindicato de que estavam sem receber salário desde o mês de novembro de 2014
Marília, SP, 25 (AFI) – Agredir pessoas nos vestiários virou rotina no Marília. Depois do goleiro Marcelo desferir tapa no companheiro Netinho após o duelo contra o Capivariano, foi a vez do vice-presidente do MAC, Antônio Carlos Guilherme, o Sojinha, partir para cima do diretor de relacionamentos do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, Mauro da Costa.
Mauro visitou o Marília depois que alguns jogadores do clube comunicaram o sindicato de que estavam sem receber salário desde o mês de novembro de 2014. O encontro aconteceu no dia 20 de fevereiro, quando o dirigente maqueano se descontrolou nos bastidores.
“É um absurdo que isso aconteça. Ele entrou, me mandou calar a boca e me deu um tapa no celular, que estava na minha mão, e outro no peito. Estamos lutando por um direito do atleta, que é dever do clube, não podemos ser tratados dessa forma”, falou Mauro, que após a discussão se dirigiu ao 5º DP de Marília, onde realizou um Boletim de Ocorrência.

A entidade iniciou uma conversa com a diretoria do MAC, para saber quem tem o poder e controle das finanças do clube. No ano passado, o sindicato, através de seus advogados, Thiago e Filipe Rino, moveu uma ação contra o Marília e uma contra seu gestor. Na ocasião, após algumas sentenças judiciais favoráveis, foi pedido penhora e bloqueio integral da cota televisiva, fato que foi cumprido pelo juízo.
Durante o decorrer do campeonato, o MAC não pagou os salários do atual elenco, o que motivou a visita do Sindicato ao clube, nos dias 19 e 20 de fevereiro, que foi requerida pela integralidade dos atletas.
No dia 20 de fevereiro foi protocolado na Justiça do Trabalho de Marília a petição onde os 50% da cota que seria do MAC, será exclusiva para o apagamento individual de cada atleta.
A folha de salários Tigre gira em torno de R$ 350 mil e cada umas das três parcelas da cota televisiva que ainda falta ser depositada são nesse valor aproximado. Assim, o Sapesp uma vez mais cumpre com o seu papel na defesa dos atletas profissionais e impõe a um clube que cumpra com seus deveres.





































































































































