Paulistão: São Paulo ainda sofre financeiramente com as antigas gestões
Desde o começo da temporada, a diretoria do clube procura um patrocinador para ajudar a diminuir os problemas financeiros
O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ainda vive com os fantasmas das antigas gestões no São Paulo
São Paulo, SP, 28 (AFI) – O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ainda vive com os fantasmas das antigas gestões no São Paulo. Além das dívidas e negociações que estão sendo julgadas pela Comissão de Ética, Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar também complicaram o clube em cotas de televisão, já que anteciparam 44% do valor que seria para 2016.
Ao total, com todas as competições que disputará, o clube calcula que receberia aproximadamente R$ 110 milhões, de acordo com a previsão orçamentária aprovada pela Comissão Fiscal do São Paulo. Ou seja, a porcentagem adiantada equivale em torno de R$ 50 milhões, um uma temporada que promete ser de vacas magras para o tricolor do Morumbi.
Desde o começo da temporada, a diretoria do clube procura um patrocinador para ajudar a diminuir os problemas financeiros – há mais de um ano e meio a camisa está sem um patrocinador máster. Em 2014, o tricolor fechou a temporada com déficit de R$ 100 milhões e na última temporada nada melhorou, já que foram mais R$ 70 milhões.
Em meio a tudo isso, a nova diretoria gasta por mês mais de R$ 9 milhões com dívidas bancárias (R$ 6 milhões em amortizações e mais R$ 3 milhões em juros). O plano ‘B’ para tirar o São Paulo do vermelho gira em torno de uma grande transferência de algum jogador do elenco, como aconteceu com o atacante Lucas, que foi para o PSG em 2012 por mais de R$ 100 milhões.





































































































































