Paulistão: São Bento acusa PM de agressão e Paulo Roberto dispara: "Vão vender banana"
A diretoria do São Bento deverá tomar as providências cabíveis e pedir a apuração dos fatos
O clima esquentou nos vestiários do Estádio José Liberatti, em Osasco, depois da vitória por 2 a 1 dos acréscimos do Audax contra São Bento, pela 14ª rodada do Campeonato Paulista.
Osasco, SP, 02 (AFI) – O clima esquentou nos vestiários do Estádio José Liberatti, em Osasco, depois da vitória por 2 a 1 dos acréscimos do Audax contra o São Bento, pela 14ª rodada do Campeonato Paulista. Um grande tumulto tomou conta do vestiário do time de Sorocaba, que acusa a um policial militar de agredir o volante Alê.
O técnico do São Bento, Paulo Roberto abordou o assunto na entrevista coletiva e destacou o despreparo do policial na ocasião.
“Esperávamos uma ‘guerra’ aqui. Mas não uma ação como esta da PM. Nunca vi um policial chegar em uma confusão, onde nada estava concretizado e havia apenas um bate-boca, chegar agredindo (Alê, jogador do clube)”, reclamou.
De acordo com Paulo Roberto, toda a confusão gerado por duas latas que foram atiradas de fora para dentro do vestiário do São Bento. Isso causou revolta dos jogadores sorocabanos.
“Ele (policial) não poderia ter agredido o Alê, pois poderia ter gerado uma confusão mais generalizada. Ainda mais porque eram seis, sete policiais e do nosso lado quase 20 pessoas. Isso mostra um despreparo (do policial) para a função. É preciso fazer uma limpa no Brasil. E deixar apenas quem é capaz atuar no seu setor e quem não for, que vá vender banana na feira”, finalizou.
A diretoria do São Bento deverá tomar as providências cabíveis e pedir a apuração dos fatos e punição aos que merecem nesse caso.





































































































































