Paulistão: Red Bull Brasil tem meta principal garantir vaga na Série D 2019

Técnico Ricardo Catalá quer montar um time competitivo com 'bagagem' de experientes e disposição e ambição dos jovens

Técnico Ricardo Catalá quer montar um time competitivo com 'bagagem' de experientes e disposição e ambição dos jovens

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Campinas, SP, 26 (AFI) – Depois de uma temporada decepcionante, onde lutou contra o descenso no Paulistão e depois não passou da primeira fase no Campeonato Brasileiro da Série D, o Red Bull Brasil quer se reinventar em 2018. Prometendo trabalhar com os pés no chão, o clube tem como principal objetivo fazer uma boa campanha no Paulistão e conquistar uma vaga para a Série D de 2019.

Para tanto, o time precisará ficar entre os primeiros colocados no Paulistão, atrás apenas dos clubes que já estão em alguma divisão do Brasileiro, como os quatro grandes times – Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos – que disputam a Série A; Ponte Preta e São Bento na Série B; Bragantino e Botafogo na Série C.

“O clube precisa ter um calendário forte pra 2019, que seria o Paulistão e o Brasileiro. Por isso, vamos brigar por uma vaga na Série D e, se der, tentar ir um pouco além na luta por posições” – explicou o técnico Ricardo Catalá, em entrevista à Rádio CBN de Campinas.

Catalá quer um time competitivo mesclando experiência e juventude

Catalá quer um time competitivo mesclando experiência e juventude

TÉCNICO CONFIANTE
Formado na própria base e já conhecendo bem a estrutura do clube, Catalá não esconde a confiança para o início de trabalho.

“Queremos fazer uma boa campanha e, para isso, precisamos mostrar um futebol competitivo. Vamos mesclar a experiência de alguns jogadores com maior bagagem com outros jovens, de muita disposição e ambição” – receita o técnico.

Entre os jogadores experiente contratados estão o zagueiro Ewerton Páscoa, ex-Guarani, além do goleiro Júlio César e do atacante Ricardo Bueno, que estavam no Santa Cruz.

Para o técnico há um forte equilíbrio entre os clubes que vão disputar o Paulistão, exceção aos quatro grandes e à Ponte Preta. Acha que todos os grupos estão equilibrados, o que valoriza cada jogo.

“São três pontos que valem ouro” – exemplifica.

Em tese, os 11 clubes restantes vão lutar em condições iguais, inclusive para evitar o rebaixamento.

“É uma competição rápida, com 12 jogos na primeira fase. Então a concentração e o foco precisam ser totais em cada jogo”.

SEM DÉRBI
Catalá considera o jogo contra a Ponte Preta, seu rival em Campinas no Paulistão, como mais um dos jogos importantes da competição. Não encara como um dérbi, criado pela rivalidade entre a Ponte e o Guarani, dois clubes centenários da cidade.

O Red Bull está no Grupo D ao lado de Botafogo, Mirassol e Santos. Exceto estes três times, os Bulls vão enfrentam os demais participantes do Paulistão. A sua estreia vai ser contra a Ferroviária, dia 17 de janeiro, no estádio Moisés Lucarelli, o Majestoso, que é alugado junto à Ponte Preta.

O estádio passa por reformas após a invasão de torcedores ocorridos no Brasileirão na derrota para o Vitória, por 3 a 2, na penúltima rodada. A expectativa é de que o estádio seja liberado pelo órgãos oficiais, embora a Ponte Preta tenha perdido seis mandos junto à CBF em competições nacionais – Série B. A punição foi imposta pelo STJD – Superior Tribunal de Justiça Desportiva – do Rio de Janeiro.

Comissão técnica do Red Bull Brasil tem a missão de buscar vaga na Série D do Brasileiro de 2019

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