Paulistão: “Passe de Letra” reúne personagens da história do XV em bate-papo no Sesc
Estiveram presentes os ex-jogadores Doriva, Marlon e Vadinho e o ex-técnico Peixinho
O Sesc Piracicaba promoveu, na noite desta quinta-feira, o “Passe de Letra”, evento que reuniu cinco personagens importantes na história do XV de Piracicaba para um bate-papo descontraído sobre o centenário do Alvinegro Piracicabano.
Piracicaba, SP, 21 (AFI) – O Sesc Piracicaba promoveu, na noite desta quinta-feira, o “Passe de Letra”, evento que reuniu cinco personagens importantes na história do XV de Piracicaba para um bate-papo descontraído sobre o centenário do Alvinegro Piracicabano. Estiveram presentes os ex-jogadores Doriva, Marlon e Vadinho, o ex-técnico Peixinho e o ex-presidente Professor Rubens Braga.
O encontro foi mediado pelo músico e conselheiro do Nhô Quim, Rui Kleiner, que levou duas camisas ao palco, a de 1995 usada pelo volante Doriva, e a de 2011 vestida pelo meio campista Marlon na conquista do título da Série A2 do Campeonato Paulista.

“Foi um prazer estar ao lado desses verdadeiros ícones da história do XV de Piracicaba e conversar sobre momentos marcantes e inesquecíveis do Alvinegro”, disse.
Peixinho, que está marcado na história do futebol por ser o autor do primeiro gol no estádio do Morumbi, e Rubens Braga, que começou no XV como preparador físico e, em 2012, assumiu a presidência do Alvinegro, lembraram de grandes jogos das décadas de 60 e 70. O ex-treinador, tido como o criador do Fair Play, lamentou a falta de lealdade entre os atletas de hoje.
“Aprendi com meu pai que em primeiro lugar vem a saúde do companheiro de profissão. Sempre que fazia uma falta, eu ia até o jogador e o ajudava a levantar e pedia desculpas. Hoje existe pouco respeito entre os atletas, infelizmente”, comentou Peixinho.
Doriva, último jogador do Nhô Quim convocado para a Seleção Brasileira, disse que sua ida para o XV de Piracicaba fez bem para sua carreira.
“No XV cponsegui jogar mais solto, da forma que eu gostava. Isso chamou a atenção do Zagallo e mais tarde do Atlético Mineiro. Jogar em Piracicaba me fez muito bem e, por isso, tenho um grande carinho pelo XV”, disse.
Marlon, que acumula 300 jogos com a camisa zebrada, declarou todo o seu amor ao clube.
“Aqui vive a melhor fase da minha carreira. Conquistei três acessos e tive o privilegio de cobrar o pênalti do título de 2011. Tudo isso ficará para sempre marcado em minha vida e de minha família, que hoje é piracicabana de coração”, comentou.





































































































































