Paulistão: Kleina comemora classificação da Ponte, mas avisa: "Não é surpresa"
O treinador tem apenas um desfalque certo: o zagueiro Marllon, que recebeu o terceiro cartão amarelo
A Ponte Preta está na final do Campeonato Paulista de 2017, mas isso não é surpresa para o técnico Gilson Kleina
Campinas, SP, 24 (AFI) – A Ponte Preta está na final do Campeonato Paulista de 2017, mas isso não é surpresa para o técnico Gilson Kleina. Ele chegou na 11ª rodada da primeira fase e levou a três importantes vitórias: contra Santos e Palmeiras, duas vezes. No último sábado, o time até caiu na Arena Palmeiras por 1 a 0, mas ainda assim comemorou a classificação na semifinal, graças à goleada no primeiro jogo por 3 a 0 dentro do Moisés Lucarelli. A decisão será com o Corinthians, um adversário histórico.
“Não é surpresa, é trabalho. O trabalho é o que fez o grupo ter consistência. Desde que cheguei fizemos pequenas mudanças, tínhamos artilheiro e ao mesmo tempo a terceira defesa mais vazada, então buscamos um equilíbrio, ajustamos, a equipe cresceu e o trabalho do grupo prevaleceu. Desde que cheguei também foi sempre uma decisão: se perdêssemos contra o São Bento podíamos ter ficado de fora da segunda fase, ganhamos e passamos a respirar esse clima de decisão em todas as partidas que se seguiram”, disse Gilson Kleina.
Agora o time promete “virar a chave”. A cabeça já está no Corinthians, adversário da final. E não é de hoje a rivalidade entre clubes. Há 40 anos os times se enfrentaram na final de 1977, com três jogos no Morumbi, com uma vitória para cada lado e, na grande decisão, um gol de Basílio no segundo tempo. Muita água passou por debaixo da ponte desde então e agora o pensamento é exclusivamente no jogo de domingo, às 16 horas.
“Vamos trabalhar de novo a importância de conseguir vantagem no primeiro jogo, porque do outro lado será uma de duas equipes fortíssimas, e quem chegar na final virá com mérito. E no que depender de nós não existe possibilidade de abrirmos mão de fazer a primeira partida no Moisés Lucarelli. Vamos respeitar qualquer tipo de definição da Federação, mas no que depender da gente temos que estar do lado do nosso torcedor, que dá energia e combustível aos atletas”, afirma Kleina.
O treinador tem apenas um desfalque certo: o zagueiro Marllon, que recebeu o terceiro cartão amarelo e está suspenso. Por outro lado, Clayson saiu de campo sentindo o cansaço e deve ser reavaliado pelo Departamento Médico. Nino Paraíba, que parecia recuperado de uma lesão na última semana, foi vetado minutos antes do jogo com o Palmeiras e também terá uma semana para trabalhar. Por fim, a expectativa volta a ficar em cima de Renato Cajá, que está há três jogos fora do time.
“Vamos reconstruir a equipe durante a semana, trabalhando quem serão substitutos de atletas que eventualmente não possam jogar, como o Marllon, que tomou o terceiro amarelo. O próprio Cajá e o Nino poderão estar de volta, ontem decidimos que só usaríamos quem estivesse 100& porquenão podíamos perder substituição, o Palmeiras vinha agudo, com marcação alta, e agora nós temos uma semana pra promover a volta deles, pra ter uma equipe forte. Todo mundo dentro da Ponte Preta esta mobilizado pra isso”, conclui Gilson.





































































































































