Paulistão: Goleiro do Osasco Audax, Felipe Alves, dá chapéu em atacante na pequena área e gera revolta em Itu
Felipe Alves deu um chapéu, na pequena área, em cima do atacante Ricardinho, aos 37 minutos do segundo tempo.
Depois de receber um recuo de bola, mesmo dentro da pequena área, ele deu um “chapéu” num adversário, o jovem Ricardinho, que tinha acabado de entrar.
Itu, SP, 15 (AFI) – Um lance inusitado foi protagonizado pelo goleiro Felipe Alves, do Osasco Audax, neste domingo à noite, quando seu time venceu o Ituano, por 2 a 1, pela 10.ª rodada do Campeonato Paulista. Depois de receber um recuo de bola, mesmo dentro da pequena área, ele deu um “chapéu” num adversário, o jovem Ricardinho, que tinha acabado de entrar.

O lance aconteceu aos 36 minutos do segundo tempo, quando o jogo estava empatado, por 1 a 1. Ao perceber a aproximação afobada de Ricardinho, o goleiro ergueu a bola com a perna esquerda e chapelou o rival. Só que a bola escorregou na frente e Alves teve que dividir com outro atacante: Claudinho.66
PENALTI E BRONCA
Os jogadores do Ituano tiveram duas reações. Uma delas foi a reclamação sobre um pênalti, uma vez que o goleiro usou muita força na dividida com os pés. Para alguns analistas o árbitro Luiz Flávio de Oliveira poderia ter marcado, pelo menos, uma falta em dois lances.
O volante Josa e o zagueiro Léo não gostaram da postura do goleiro, que estaria “tirando um sarro” com o time da casa. Houve uma discussão generalizada em campo, que acabou com um cartão amarelo para cada lado: Claudinho, do Ituano, e Rondinelly, do Audax.
No final do jogo, o goleiro Felipe Alves, já acostumado com o futebol estilo tike-taka do Audax considerou tudo normal.
“A gente já está acostumado a jogador desta forma, com recuo de bola para mim. Quando eu fiz a jogada nem pensei em nada. Ela simplesmente saiu. Mas não foi nenhum tipo de provocação!, garantiu Felipe Alves, que tem um cabelo comprido e que é usado preso durante os jogos.
PENALTI DESCARTADO
E sobre a possibilidade de um pênalti, ele também descartou totalmente:
“Não foi de forma alguma, se não eu mesmo reconheceria isso para vocês da Imprensa. Tanto que o jogador deles é que tocou na bola primeiro e eu só dei o carrinho.
Depois que toquei na bola é que bati nele, portanto, não houve pênalti”, finalizou.
Na verdade ele estava mesmo numa noite inspirada. Fez três grandes defesas no segundo tempo e ainda contou com muita sorte ao levar duas bolas na trave chutadas por Zé Carlos, de falta, e depois por Claudinho. Na rodada anterior ele entrou na Seleção do Futebol Interior.
Pior mesmo para o Ituano, que estava contando com o empate por 1 a 1, quando sofreu o segundo gol aos 45 minutos marcado por Bruno Paulo. Ele bateu colocado e em curva, com a bola ganhando efeito e encobrindo o goleiro Gustavo que substituiu a Fábio de última hora devido uma lesão do goleiro titular. Esta vitória, por 2 a 1, foi a quarta seguida do Osasco Audax.





































































































































