Paulistão: Bragantino registrou posição contrária, mas evitou polêmicas
Marco Chedid fez questão de registrar que não gostou da forma como aconteceram as mudanças
Nas reuniões prévias armadas pela Federação Paulista de Futebol, apenas dois clubes tinham se manifestado frontalmente contra a nova e absurda fórmula do Campeonato Paulista: a Ponte Preta e o Bragantino.
São Paulo, SP, 30 (AFI) – Nas reuniões prévias armadas pela Federação Paulista de Futebol, apenas dois clubes tinham se manifestado frontalmente contra a nova e absurda fórmula do Campeonato Paulista: a Ponte Preta e o Bragantino. Mas no Conselho Técnico, ocorrido nesta manhã, na sede da entidade, na capital, apenas o Bragantino se manteve firme em sua posição. O presidente Márcio Della Volpe, da Ponte Preta, como é de costume, “pipocou”.
O presidente Marco Chedid fez questão de registrar que era contra esta mudança agora nesta temporada e que, no mínimo, qualquer mudança deveria ser avisada antes e ocorrer no outro ano.

“Preferi não criar polêmica na reunião, mas fiz registrar a minha posição. Os clubes do Interior estão sendo prejudicados de várias maneiras. Mas, enfim, cada um tem seu interesse. Eu estou defendendo o meu clube”, explicou Chedid, evitando falar muito para evitar polêmicas.
Desde o início ele era favorável a uma fórmula mais simples dentro das 19 datas disponíveis.
“Turno único, com o campeão sendo o que somasse mais pontos e os rebaixados os quatro piores em pontos”, explicou. E completou:
“Do jeito que foi aprovada a competição, virou um simples torneio e com muitos riscos. Os times do Interior vão fazer menos jogos (19 para 15), vão receber só um grande em casa, o que vai diminuir a arrecadação e o critério para apontar o campeão e os rebaixados não é justo, não é critério técnico. Podemos ter até dois times rebaixados dentro de um mesmo grupo”, finalizou.
Visivelmente chateado, Marco Chedid, saiu rapidamente da entidade logo após o sorteio dos grupos e desabafou:
“Por enquanto, tenho que correr atrás do meu time na Série B do Brasileiro. Depois vamos ver o que fazer no Paulistão”.





































































































































