Paulistão: Advogado confirma e Leandrinho é obrigado a se reapresentar na Ponte
Chiminazzo esclarece que o meia atacante é obrigado a assinar contrato profissional com a Ponte, graças a Lei Pelé
O advogado João Henrique Chiminazzo aproveitou a semana de folga no Paulistão para explicar ao torcedor da Ponte Preta sobre o caso do meia atacante Leandrinho
Campinas, SP, 16 (AFI) – O advogado João Henrique Chiminazzo aproveitou a semana de folga no Paulistão para explicar ao torcedor da Ponte Preta sobre o caso do meia atacante Leandrinho, que ainda não se reapresentou ao clube. Com 17 anos, ele é um dos destaques da Seleção Brasileira de base e vem em rota de colisão com a diretoria, que luta na Justiça para não perdê-lo para o exterior.
“É importante, desde o início, já desfazer uma confusão: Leandrinho tem contrato com a Ponte Preta até 2017, ano em que completa 18 anos. Porém, como não quis se profissionalizar e portanto é atleta amador, o contrato com a CBF tem que ser registrado anualmente. Muita gente achou que porque não aparecia o registro da CBF, ele não tinha contrato, e são coisas diferentes”, ressalta o advogado que está cuidando do caso.
Para completar o pensamento, Chiminazzo esclarece que o meia atacante é obrigado a assinar contrato profissional com a Ponte, graças a Lei Pelé. “A Ponte é clube formador com certificado expedido pela CBF e Leandrinho tem contrato de formação com o clube. A Lei Pelé garante que o direito de fazer o primeiro contrato profissional é do time formador enquanto durar o contrato de formação que o clube tem com o atleta.”
Notificado oficialmente sobre sua situação junto a Ponte Preta, Leandrinho pode até ser obrigado a indenizar o clube. “A mesma lei (Pelé) determina que, se isso não for cumprido, o jogador tem que pagar uma indenização ao clube”. Esta multa corresponde a 200 vezes os custos comprovados investidos no período da formação.
“O interesse da Ponte Preta era e é em assinar a profissionalização, por isso notificamos o atleta para que a Ponte possa se valer deste direito ou a multa seja paga. Já fizemos uma reunião com os advogados dele e vamos ver a partir de agora como esse processo irá caminhar”, finalizou o advogado João Henrique Chiminazzo.





































































































































