Paulista A3: Noroeste viaja à capital recheado de dúvidas para encarar o Nacional

O meio-campo John Egito falou sobre o resultado ruim em casa na última rodada e a continuidade da competição

O meio-campo John Egito falou sobre o resultado ruim em casa na última rodada e a continuidade da competição

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Bauru, SP, 11 (AFI) – Sem tempo para descansar e recuperar atletas no departamento médico, prejudicado pela maratona de jogos, o Noroeste volta a campo nesta quarta-feira, às 15h, para enfrentar o Nacional, no Estádio Nicolau Alayon, em partida válida pela 10ª rodada da Série A3 do Campeonato Paulista. A partida será menos de 48 horas após o último confronto, o revés de 1 a 0 diante do Olímpia, nesta segunda, no Alfredão.

O Noroeste abre a rodada na liderança, com 17 pontos, seguido por Marília e Votuporanguense, ambos com 16 pontos, e o Primavera, com 14 pontos, que fecha o G4.

DÚVIDAS

Foto: Bruno Freitas / Noroeste

Foto: Bruno Freitas / Noroeste

O treinador Luiz Carlos Martins pode fazer mudanças no time titular para encarar o Nacional. O volante Blade está suspenso pelo terceiro cartão amarelo e o zagueiro Guilherme Teixeira pode retornar após cumprir suspensão automática.

A comissão técnica não confirmou quem viajou e quem ficou em Bauru. Mas há otimismo em reforços para a partida desta quarta-feira.

O Noroeste teve na derrota para o Olímpia na última rodada os seguintes jogadores vetados pelo departamento médico: o zagueiro Luizão, os meio-campistas Yamada, Denilton, Richarlyson, além dos atacantes Leléco e Pedro Felipe, que são dúvidas para encarar o Naça.

Assim, o Norusca deve ir à campo com: Pablo; Carlinhos, Maycon, Guilherme Teixeira e Bruno Recife; Jonatas Paulista, Paraizo, John Egito e Igor Pimenta; Alecsandro e Euller.

CENÁRIO

O meio-campo John Egito falou sobre o resultado ruim em casa e a continuidade da competição. Restam seis jogos para o fim da primeira fase da Série A3. Com 17 pontos, o Norusca está quatro tentos acima do primeiro time fora do G8.

“Essa derrota doeu muito, por ter sido em casa. O nosso time foi agressivo, mas a bola não quis entrar. Nem sempre quem ganha é o melhor. Pelo meu ver a dificuldade de ganhar dentro de casa é que os times jogam retrancados, por uma bola. E foi o que eles conseguiram, infelizmente. Mas foco no Nacional agora. O nosso time é um grupo, não temos só 11. Precisamos fazer os gols, sendo ainda mais agressivos no ataque”, comentou o jogador que tem sido um dos principais destaques do Noroeste desde 2019.