Paulista A2: Presidentes de clubes do interior vão contra a parada do estadual
Segundo os presidentes, os clubes estão seguindo à risca todos os protocolos de segurança e sanitários
Segundo os presidentes, os clubes estão seguindo à risca todos os protocolos de segurança e sanitários
São Paulo, SP, 15 (AFI) – Em entrevista após o empate em 1 a 1 entre Taubaté e Atibaia, no Joaquinzão, em partida válida pela quarta rodada da Série A2 do Campeonato Paulista, os presidentes dos clubes defenderam a continuidade da competição durante a fase emergencial decretada pelo Governo de São Paulo, que irá paralisar o futebol no estado entre os dias 15 e 30 de março.
QUEREM JOGO
Segundo os presidentes, os clubes estão seguindo à risca todos os protocolos de segurança e sanitários, buscando não levar perigo a nenhuma pessoa. Segundo eles, um fator que também pode pesar ainda mais é o lado financeiro.
“Acho que parar complica com tudo. 15 dias a mais tendo despesas. Nosso caso, uma folha salarial mais alta. Prejudica. Despesa de dia a mais, o atleta vai querer receber enquanto estiver parado”, afirmou Alexandre Barbosa, presidente do Atibaia.
“Vamos ficar no aguardo na segunda-feira para que a gente possa dar seguimento. Financeiramente, foi muito difícil para o clube em 2020 já. Acredito que os clubes do interior não aguentarão uma nova pausa, principalmente se for longa”, falou Gilson Rezende, dirigente do Taubaté.
POSSIBILIDADE
Ainda há uma possibilidade de ter a continuidade das Séries A1, A2 e A3 do Campeonato Paulista. Nesta segunda-feira (15), a Federação Paulista de Futebol (FPF) irá se reunir com o Governo do estado para buscar medidas que revertam a decisão de parar todos os campeonatos por 15 dias. Segundo os dirigentes, essa seria a melhor decisão no momento.
“A gente sente muito o agravamento da pandemia, o aumento dos casos, principalmente de mortes. Mas somos favoráveis à continuidade. Temos seguido todos os protocolos, fazendo testes semanais. Então, todos os clubes foram favoráveis à continuidade. Na segunda-feira, tem uma nova reunião para decidir o futuro. A Federação se manter firme em terminar na dará combinada. Vamos aguardar a reunião na segunda-feira”, enfatizou o presidente do Burro.
“Era uma coisa que estávamos meio que esperando, pela quantidade de mortes, zona vermelha… Estávamos esperando que poderia acontecer. Nosso voto foi que dá para continuar. O protocolo de saúde é muito rígido, bancado pelos clubes. Exames, protocolos. Temos condições de continuar, sim. Estarão mais seguros treinando e jogando do que soltos aí”, finalizou o presidente do Falcão.
JOÃO MARTINS DESTACA TRABALHO COLETIVO DA COMISSÃO TÉCNICA DO PALMEIRAS






































































































































