Paulista A2: Palmeiras em Barueri? Mesmo sob gestão da Crefisa, diretor garante jogos do Oeste na Arena
"A Crefipar é a nova gestora, mas o calendário do Oeste, previsto em contrato, segue inalterado. "
Havia a dúvida se o Oeste teria pagar para atuar no estádio, ou se haveria alguma parceria com a Crefipar, nova gestora da Arena
Barueri, SP, 25 (AFI) – Após a Crefipar, empresa do Grupo Crefisa, da Leila Pereira, ganhar a licitação da Arena Barueri, muitos se perguntaram o que seria do Oeste. Segundo o diretor e treinador Lelé, nada mudou e o Rubrão seguirá mandando seus jogos tanto do Campeonato Paulista A2, quanto da Copa Paulista no estádio.
Havia a dúvida se o Oeste teria pagar para atuar no estádio, ou se haveria alguma parceria com a Crefipar. O Rubrão atua em Barueri desde 2017, quando se mudou de Itápolis.
“A Crefipar é a nova gestora, mas o calendário do Oeste, previsto em contrato, segue inalterado. As datas estão mantidas, tanto na A2, quanto na Copa Paulista para as próximas temporadas.” disse Lelé.
Sobre o Paulistão A2, Lelé não confirmou se irá manter como treinador ou se ficará somente no cargo de diretor, mas confirmou que o time sofrerá reformulações para a próxima temporada.
“Por enquanto estou como treinador, vamos ver nos próximos dias como vai ficar nossa situação. Muita gente já saiu, muitas rescisões, temos alguns reforços já encaminhados, mas nosso elenco terá uma grande reformulação para esse ano” disse.
Sobre a projeção do time na competição, o Lelé foi sucinto ao falar sobre a expectativa da equipe. O Oeste pelo quarto ano seguido bateu na trave pelo acesso.
“Projeto do Oeste como sempre a gente entre no campeonato preocupado com as duas pontas da tabela. A gente não pode esquecer da parte de baixo, pois é um campeonato muito competitivo e a nossa intenção é parar de bater na trave e conquistar o acesso.” finalizou.
ARENA BARUERI
A Crefipar, empresa do Grupo Crefisa, ganhou a licitação aberta pela Prefeitura neste ano para modernização, operação, manutenção e gestão da Arena Barueri, situada na região metropolitana de São Paulo. A gestão municipal transferiu a administração do estádio para a iniciativa privada sob a justificativa da dificuldade em arcar com os altos custos gerados pelo equipamento esportivo.
Assim que assinar o contrato, a empresa de Leila Pereira ficará responsável pela administração do estádio por 35 anos. O acordo ainda não foi concluído porque restam detalhes burocráticos para serem resolvidos. Depois disso é que será feito o anúncio oficial.
Segundo consta no edital de concessão, ao qual o Estadão teve acesso, o valor estimado do contrato é de R$ 525 milhões. O montante corresponde ao valor dos investimentos e das despesas e custos operacionais obrigatórios estimados para execução das obrigações do acordo, cumulado com o somatório dos valores de outorga.
De acordo com o edital, a empresa ganhadora da concessão terá de promover a implantação do gramado sintético e será responsável pela modernização do estádio. Também terá o direito de explorar a arena comercialmente e a possibilidade de modificar o nome do local, com a opção de “preferencialmente” manter Barueri na nomenclatura.
Entre as contrapartidas, também está prevista a recuperação da pintura de todas as edificações, instalações e demais elementos integrantes da Arena Barueri, como fachadas, paredes internas, arquibancadas, assentos esportivos, guarda corpos, coberturas e marquises. A Prefeitura fez, no edital, a sugestão da construção de uma sala para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).





































































































































