Paraná quer usar jogos em casa para iniciar 'arrancada' e deixar a lanterna
Só que para isso o Paraná vai ter que melhorar os seus números como mandante
O Paraná está de volta ao estádio Durival Britto
Curitiba, PR, 04 (AFI) – O Paraná está de volta ao estádio Durival Britto. Depois de duas derrotas amargas como visitante, o clube se prepara para receber a Chapecoense em Curitiba nesta quarta-feira, às 21 horas, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Pode ser a oportunidade do técnico Claudinei Oliveira de encerrar a sequência de oito jogos sem vencer, com seis derrotas e dois empates, e ainda por cima deixar a lanterna da competição.
Só que para isso o Paraná vai ter que melhorar os seus números como mandante. Em 11 jogos o clube vence apenas três vezes, com cinco empates e mais três derrotas. Além disso, sofreu 11 gols e marcou apenas oito, traduzindo em números uma campanha fraca dentro de casa.

SILVINHO É PRINCIPAL BAIXA
Destaque nos últimos jogos, Silvinho é a principal baixa para o Paraná. O atacante sentiu uma lesão ainda no primeiro tempo contra o Sport e ficará fazendo trabalho com os médicos. Carlos, que já entrou na última partida, é o primeiro na lista de substitutos, mas Rodolfo e Raphael Alemão correm por fora.
No meio-campo, Jhonny Lucas recebeu o terceiro cartão amarelo, mas Leandro Vilela volta de suspensão e começa como titular.
AINDA CONTRA ARBITRAGEM
Assim como nas últimas rodadas, Claudinei Oliveira reclamou muito da arbitragem na derrota por 1 a 0 para o Sport em Recife.
“O duro é a gente saber que criou boas chances. Fizemos um gol legítimo, mas que acabou anulado pela arbitragem. Não entendo esse critério de colocar, num jogo importante como esse, um árbitro que ainda não havia apitado na Série A nesta temporada”, esbravejou o treinador se referindo ao gol de Rafael Grampola anulado pelo auxiliar aos 23 minutos do primeiro tempo.
Com isso o provável time do Paraná deve ser: Richard; Junior, Cleber Reis, René Santos e Igor; Leandro Vilela (Wesley Dias), Alex Santana, Caio Henrique e Nadson; Carlos (Rodolfo) e Rafael Grampola.





































































































































