Paraibano: Treze teria oferecido R$ 30 mil para adversário entregar jogo
O diretor de patrimônio Wladimir Borborema deu declarações polêmicas em uma rede social
Que as malas pretas existem no mundo do futebol não é nenhuma novidade. É novidade, porém, quando algum dirigente de clube admite que aconteceu ou que acontecerá.
Campina Grande, PB, 09 (AFI) – Que as malas pretas existem no mundo do futebol não é nenhuma novidade. É novidade, porém, quando algum dirigente de clube admite que aconteceu ou que acontecerá, como é o caso de Wladimir Borborema, diretor de patrimônio adjunto do Treze, que conversou com torcedores do clube, numa rede social sobre o assunto.
Segundo Wladimir, o Galo ofereceu uma mala preta de R$ 30 mil, para que um adversário entregasse o confronto durante o Campeonato Paraibano. Na mesma mensagem, ele admitiu que a equipe não aceitou a proposta, mas que o Treze voltaria a oferecer um valo ainda maior, para que o mesmo clube vencesse um outro adversário, ou seja, a chamada mala branca.
Após a polêmica tomar conta do futebol paraibano, o dirigente apagou a publicação, a polêmica, no entanto, voltou à tona neste domingo, quando o dirigente voltou a comentar sobre o assunto em nova mensagem na rede social.
“Com certeza a preta é mais fácil. Oferecemos 30 mil para abrir e eles não quiseram. Agora é mais um pouco para ganharem”, postou o dirigente que não citou nomes, mas que devido ao contexto em que o campeonato estava envolvido, dava a entender que era o Auto Esporte.
O Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), em seu artigo 242 diz que a “mala” é crime.
“Dar ou prometer vantagem indevida a membro de entidade desportiva, dirigente, técnico ou atleta, para que, de qualquer modo, influencie o resultado de partida, prova ou equivalente”. Onde a pena prevista é a eliminação do campeonato.





































































































































