Paraibano: Domínio botafoguense e 'fila' do Treze. Relembre os campeões da década!
O Alvinegro da Estrela Vermelha conquistou cinco títulos, enquanto o Campinense somou três taças, uma a mais do que o Treze
O Alvinegro da Estrela Vermelha conquistou cinco títulos, enquanto a Raposa somou três taças, uma a mais do que o Galo da Borborema
João Pessoa, PB, 25 (AFI) – Um dos Estaduais mais eletrizantes do futebol nordestino, no qual o Interior – Campina Grande, em especial – tem grandes chances de superar a Capital – João Pessoa -, o Campeonato Paraibano viu um domínio do botafoguense durante a década de 2010.
Afinal de contas, o Botafogo conquistou cinco títulos – metade das disputas -, enquanto o Campinense somou três taças, uma a mais do que o Treze. Pensando nisso, o Portal Futebol Interior preparou um especial para rememorar as dez últimas edições da competição.
2010
O Treze inaugurou a década com grande campanha. Na primeira fase, os dez times se enfrentaram em turno e returno. Após 18 rodadas, o Galo da Borborema liderou, somando 41 pontos e perdendo apenas uma vez. Os quatro melhores avançaram para o quadrangular final. De novo, os alvinegros se destacaram: após seis jogos, fizeram 13 pontos, enquanto o Botafogo anotou 11; o Campinense, sete; e Sousa, três.
2011
O Treze chegou ao bicampeonato em um ano que não repetiu o regulamento anterior. A primeira fase, porém, foi idêntica – o Galo da Borborema ficou na liderança, com 44 pontos, e se manteve invicto (13 vitórias e cinco empates). Na semifinal, perdeu a ida para o Botafogo por 4 a 0, mas repetiu o placar na volta e avançou por ter melhor campanha. Na decisão, foram dois empates por 1 a 1 com o arquirrival Campinense e título para os alvinegros.
2012
Foi um ano com regulamento estranho. O Campinense venceu a primeira fase – foram 34 pontos após 18 rodadas. Depois, houve um mata-mata com cruzamento olímpico entre os quatro primeiros colocados – e o Sousa faturou após passar por Treze e Campinense. Houve, então, uma decisão em dois jogos entre o Dinossauro Verde do Sertão e a Raposa. Os rubro-negros empataram a ida (1 a 1) e golearam na volta (4 a 0) e foram campeões estaduais.
2013
Mais um ano de regulamento inusitado. Campinense e Sousa, por estarem na Copa do Nordeste, não estiveram na primeira fase, na qual oito times jogaram em turno e returno – os seis melhores avançaram para a segunda fase (e os dois melhores ainda foram direto para a semifinal), enquanto Paraíba e Cruzeiro foram rebaixados. Depois, os seis sobreviventes mais a dupla do Nordestão se enfrentaram em turno e returno, com outros dois indo ao mata-mata. O Botafogo foi campeão passando por CSP e Treze.
2014
O mesmo e complicado regulamento da temporada anterior foi repetido em 2014. Queimadense e Sport Campina foram os rebaixados, enquanto Botafogo e Treze entraram na segunda fase por estarem participando da Copa do Nordeste. O Alvinegro da Estrela Vermelha foi novamente o campeão estadual. Dessa vez, eliminando CSP (5 a 2 no placar agregado) e Campinense (3 a 0 no somatório após 180 minutos).
2015
O regulamento foi modificado em 2015. Os dez times jogaram em turno e returno – após 18 rodadas, Botafogo, Campinense, Treze e Auto Esporte se classificaram para o quadrangular final. Os quatro clubes se enfrentaram novamente em ida e volta – depois de seis jogos para cada, a Raposa somou 13 pontos, quatro a mais do que o Alvinegro da Estrela Vermelha. Galo da Borborema, com seis, e Alvirrubro, com três, ficaram distantes.
2016
Mais um ano de regulamento bizarro. Na primeira fase, os dez times foram divididos em dois grupos de cinco e enfrentaram oponentes apenas da outra chave. Os dois piores de cada uma delas foram para o quadrangular do rebaixamento, enquanto os outros seis foram para a segunda fase. Campinense, Botafogo e CSP eliminaram Treze, Paraíba e CSP, respectivamente, e avançaram. O Tigre Praieiro passou como ‘melhor eliminado’. O título, porém, ficou mesmo com a Raposa, que deixou o Alviceleste e o Alvinegro da Estrela Vermelha para trás.
2017
Para a temporada de 2017, um regulamento simples retornou à disputa. Os dez times se enfrentaram em turno e returno – após 18 rodadas, o Botafogo terminou na liderança, com 40 pontos. Campinense, com 35, Treze, com 29, e Atlético, com 27, também avançaram às semifinais. No mata-mata, o Alvinegro da Estrela Vermelha deixou Atlético Cajazeiras e Treze para trás (4 a 0 e 4 a 3, nos respectivos placares agregados).
2018
O regulamento voltou a ser estranho. Os dez times foram divididos em dois grupos de cinco, com as equipes enfrentando rivais dos outros grupos. O campeão de cada chave foi diretamente para a semifinal, enquanto os segundos e terceiros foram para o primeiro mata-mata. Os dois últimos de cada grupo, por outro lado, caíram no quadrangular do rebaixamento – no final das contas, Auto Esporte e Desportiva Guarabira foram rebaixados. O Botafogo passou por Sousa, Treze e Campinense para ficar com o título.
2019
Novamente, as equipes foram divididas em dois grupos de cinco times. Dessa vez, porém, o lanterna de cada chave foi rebaixado diretamente – Serrano, no Grupo A, e CSP, no Grupo B. Os dois melhores de cada uma delas, por outro lado, avançaram para as semifinais. O Botafogo chegou ao tricampeonato vencendo todas as partidas do mata-mata e anotando, no placar agregado, 3 a 1 no Nacional e 4 a 1 no Campinense.





































































































































