Para gerente do Palmeiras, erros são inadmissíveis

São Paulo, SP, 13 (AFI) – As críticas mais contundentes do lado do Palmeiras em cima da arbitragem no clássico do Morumbi (2 a 1 para o São Paulo), neste domingo à tarde, partiram do gerente de futebol, Toninho Cecílio. Ele considerou os erros inadmissíveis para um jogo de elevada importância e lembrou que o auxiliar não entra em sorteio, mas é escolhido.

”A auxiliar é despreparada para a função. Se eu não tiver condições, não vou ser gerente do Palmeiras. E o mesmo deve valer para a arbitragem”, citou Cecílio, atirando as críticas em cima da bandeira Maria Elisa Barbosa, que teria sido a grande culpada pela marcação do gol de mão de Adriano.

Cecílio indicou ainda outro lance capital ocorrido contra seu time. Foi num lance em que Kléber sofreu falta de Ernandes, quase na linha da grande área.

”Seria um lance perigoso para eles e geraria a expulsão inequívoca do jogador deles”, enfatizou.

Vetados pelo Palmeiras
Estes erros capitais, segundo Cecílio geraram “tranqüilidade para o adversário e mudaram o clima dentro de campo”. Tanto que ele pretende pedir à direção do clube que vete tanto o árbitro Paulo César Oliveira, como a sua auxiliar, Maria Elisa, para os restantes jogos (ou um só) do Palmeiras dentro do Campeonato Paulista.

Esta posição já tinha sido assumida também pelo diretor de Futebol, Gilberto Cipullo, inconformado com os erros.

“Nós queremos que aconteça com este juiz (Paulo César) o mesmo que o Corinthians fez com outro juiz. O Palmeiras não pode ser mais prejudicado”, concluiu.