PA: Fisicultor é preso acusado por gandula de raciscmo
Beém, PA, 16 (AFI) – Depois de mais de sete horas custodiado na sala do delegado de Jaderlândia, em Castanhal, o preparador físico do Paysandu, Wellingtom Vero, deve conseguir na noite deste domingo (16) um alvará de soltura pela Justiça e poderá sair da custódia, após pagamento de fiança.
Vero foi levado por policiais civis de Castanhal do estádio Modelão até a delegacia para prestar esclarecimentos sobre a queixa de injúria racial, dada pelo gandula César do Espírito Santo de Souza, de 23 anos, que atuou na partida entre Paysandu e Castanhal. O Japiim derrotou o Papão por 2 a 1.
O gandula afirmou na representação contra Vero que foi ofendido com palavras de baixo calão e chamado de ‘macaco’ pelo preparador do Paysandu. Outras duas testemunhas confirmaram a acusação.
Na delegacia, Vero negou a ofensa. ‘Mesmo com o preparador tendo negado, outras duas testemunhas corroboraram a acusação. O xingamento teria ocorrido ainda no primeiro tempo e a vítima veio procurar a polícia. Por isso nós agimos e fomos até o estádio convidar o Wellingtom Vero a vir prestar depoimento’, disse o delegado Alberto Teixeira.
‘Feita a representação de injúria racial, fui até o campo e conduzi o Wellingtom, o autuando em flagrante delito, que possui pena de 1 a 3 anos de detenção’, informou o delegado.
Segundo o delegado, esse tipo de crime – injúria – é afiançável. Advogados do Paysandu estiveram acompanhando Wellingtom desde o início da tarde. Por volta das 16 horas, foram até o Fórum de Castanhal, pedir o alvará de soltura, que é liberado após determinação da fiança e com algumas regras, como não ter antecedentes criminais, que é o caso de Wellingtom Vero.





































































































































