Os exocets de Lula e Dilma contra o povo: Copa e Olimpíada
O futebol há muito tempo é cenário maldito das corrupções e de situações nada republicanas.
Até porque pau que dá em Chico, tem que bater em Francisco. É a chamada solidariedade ideológica, que não reabilita ninguém, mas envergonha a todos.
Os mefistofélicos midiáticos sempre ágeis em escolher seus desafetos e execrá-los exemplarmente em seus espaços, encontram-se agora numa situação difícil: quem errou, tem que pagar seus pecados no altar da pátria e nas prisões que já os acolheu e outros que ainda virão porque o juiz da coragem, Sérgio Moro, fiel aplicador das leis aos malandros e ladrões de ontem, pelo jeito não vai deixar nenhum sem a espada da lei. Então preparem-se porque não vai escapar ninguém. E é bom que seja assim.
O futebol há muito tempo é cenário maldito das corrupções e de situações nada republicanas. Por isso, os mefistofélicos começam a procurar uma saída para a justificação de seus silêncios. Até porque pau que dá em Chico, tem que bater em Francisco. É a chamada solidariedade ideológica, que não reabilita ninguém, mas envergonha a todos.
Sérgio Moro avança, a Lava Jato também. E logo eles vão chegar aos desmandos da Copa do Mundo e da Olimpíada, pastos insaciáveis de corruptos empreiteiros e agentes públicos que sujaram as mãos na lama da corrupção. Lembram-se de quando o Brasil foi brigar pela Copa de 2014 aqui? Houve um festival de apoios, alegria e felicidade daqueles que fizeram parte daquela banda de música da CBF na FIFA e adjacências.
PROJETOS REELEITORAIS
Copa e Olimpíada eram dois projetos reeleitorais que interessavam e muito aos donos do poder em Brasília. Afinal, Copa aqui alimentaria os apetites pantagruélicos de empresários corruptos e assanharia os agentes públicos salteadores dos cofres do governo.
Copa em casa é dinheiro no bolso da súcia de corruptos, lucro certo, e retorno eleitoral em 2014. Se o diabo mora nos detalhes, e não é mais inteligente do que ninguém, mas atinge seus objetivos porque é mais velho. E ele contribuiu muito para o inferno em que estamos vivendo agora e mais à frente com a Olimpíada. Fizeram o diabo na reeleição, até porque o projeto começou a fazer água bem antes na Copa das Confederações.
Na Copa, as vaias à presidente em Itaquera e na final do Maracanã foram sinais claros de que as falsas promessas seriam cobradas de Dilma e Lula.
VIROU CIRCO MAMBEMBE
Era a Copa das Copas. Virou circo mambembe com aqueles chorões da seleção na hora de cobrança de penais. Mancharam a história de um futebol de cinco Copas e se o número sete é o

número que identifica a mentira, os mentirosos ficaram todos nus. Desde os autores do projeto reeleitoral da Copa até o porteiro da CBF. Não escapou ninguém.
Não há porque falar em tiro no pé. Quando uma ideia ou um projeto é contaminado por um jogo de cartas marcadas, a chance do fracasso é sempre maior.
E o que restou da Copa? Qual é o inventário que se pode fazer? O que o povo ganhou? Nada. O chamado projeto de Lula, de sonhar com um assento no Conselho de Segurança da ONU, também era um dos componentes do projeto reeleitoral.

Isso começou lá atrás quando a seleção foi fazer um amistoso no Haiti. Não ficou só isso. A ONU nos chamou para fazer parte da força de paz e da segurança naquele país. Foram pra lá 4 mil homens, perdemos vidas e a conta dessa solidariedade passou de dois bilhões de dólares.
Isso até é justo, principalmente se considerarmos que o nosso BNDES financiou projetos em países que poderiam votar na gente na ONU. Ocorre que financiamentos que faltam no Brasil foram socorrer ditaduras sanguinárias em alguns países da África.
No plano interno, as consequências foram terríveis. Até São Paulo, estado que é uma nação, não conseguiu terminar as obras como a Linha Ouro do metrô e outras mais. No resto do país, temos cidades esburacadas com obras que não terminarão tão cedo porque a nossa crise irá longe.
ELEFANTES BRANCOS
E os estádios da Copa. São elefantes brancos. Quem vai jogar no Verdão de Cuiabá? Na Arena de Manaus, Natal e Pernambuco? O custo dessa aventura é incalculável. As empreiteiras, que se associaram ao plano de estádios, querem cair fora. E os clubes sabem que o custo operacional nos estádios foge à realidade do nosso futebol.
A Odebrecht quer pular fora do Maracanã. A bomba vai explodir no colo do governo e no bolso do povo de lá. E ainda vão chegar as contas da Olimpíada desse projeto megalomaníaco, que fez Lula chorar lágrimas de esguicho quando ganhamos a vaga do país de Obama. No Rio, os aposentados não receberam – houve bloqueio de receitas do governo – os hospitais são depósitos de doentes sem tratamento e o Rio virou a cidade das balas perdidas com morte de muitos inocentes.
Vejam os absurdos do Itaquerão. No balanço do Corinthians, o custo é de quase um bilhão, sem contar os juros. A conta cai todo mês – 5,7 milhões. Pediram mudança no contrato e o déficit do clube só aumenta. O Grêmio paga 1,5 milhão para jogar. A Arena não é sua e o Olímpico começou a virar escombros.
Por tudo isso, não adianta querer pintar cenários otimistas. Os mefistofélicos precisam arranjar outras desculpas. É isso que dá apoiar projetos reeleitorais. Assumam o erro desse projeto criminoso de poder. Ninguém levou tiro no pé. O povo é que levou exocets na sua esperança, vítima de uma quadrilha que assaltou o país.





































































































































