A Ponte Preta continua dando mostras claras de flertar com a zona de rebaixamento desta Série B do Brasileiro.
Está claro que a Ponte Preta carece de ajustes na armação de jogadas e incursões qualificadas de seus laterais, para que a bola possa chegar ao ataque.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 4 (AFI) – Horários de jogos quase simultâneos dos clubes de Campinas, neste sábado, implicaram em acompanhamento de Náutico e Ponte Preta apenas durante o segundo tempo. Até então, o placar acusava empate sem gols.
Sobre este jogo noturno, que a Ponte Preta perdeu por 1 a 0, em Pernambuco, prevaleceu a lógica.
Mobilidade e pressão colocadas em prática pelo Náutico já ocorriam quando o jogo era disputado onze contra onze.
Está claro que a Ponte Preta carece de ajustes na armação de jogadas e incursões qualificadas de seus laterais, para que a bola possa chegar qualificada ao ataque.
Como o Náutico havia se apossado do campo ofensivo, durante o segundo tempo, era prenúncio que o gol ocorreria a qualquer momento.
CHANCE COM LUÍS PHILIPE
Apesar disso, no segundo tempo foi a Ponte Preta quem teve a primeira e única chance real para chegar ao gol.
Aos 11 minutos, o atacante Luís Philipe conseguiu se desvencilhar do goleiro Muriel, finalizou, mas Igor Fernandes salvou o gol em cima da linha fatal.
Depois disso só deu Náutico, tanto que o goleiro Diogo Silva praticou importante defesa em chute de Matheus Ribeiro.
Aí, quando começaram as trocas na equipe pontepretana, a situação piorou ainda mais.
PRIMEIRA EXPULSÃO
Aos 21 minutos, Saraiva perdeu a bola na altura do meio de campo e não teve força física para acompanhar a arrancada do atacante Victor Andrade.
Optou por matar a jogada com falta e, por se tratar do último homem da retaguarda, foi expulso.
VAR CORRIGE PENALTI
Aos 25 minutos, o árbitro Paulo César Zanovelli marcou pênalti inexistente de Thalys em Dodô, porém recuou ao ser chamado pelo VAR para revisão do lance
Adiantou? Claro que não. Cinco minutos depois, no arremate de Ramon, do Náutico, a bola atingiu o braço do atacante pontepretano Bruno Lopes, que estava defendendo dentro da área.
O pênalti foi bem marcado e convertido na cobrança do atacante Vinícius.
JONATHAN CAFU EXPULSO
Aos 47 minutos, uma expulsão infantil provocada pelo atacante pontepretano Jonathan Cafu.
Foi maldoso ao atingir o tornozelo de Victor Andrade por trás, ainda no campo ofensivo, em lance plenamente evitável.
Pela maldade e imprudência, o atleta deveria ser advertido rigorosamente pelo Departamento de Futebol de seu clube.
Pior é que no gramado não acrescentou absolutamente nada.
FLERTAR COM REBAIXAMENTO
A Ponte Preta continua dando mostras de flertar com a zona de rebaixamento desta Série B do Brasileiro.
Agora terá uma semana em busca de ajustes, já visando a quarta partida na competição, que será contra o Vila Nova no próximo sábado, a partir das 18h, em Campinas.





































































































































