Organizada chama jogadores do Palmeiras de 'pipoqueiros' e pede lista de dispensa

Para a Mancha Verde os jogadores do Palmeiras são ‘pipoqueiros’ e a única solução no elenco é a entrada de Felipe Melo

A torcida organizada Mancha Verde voltou a protagonizar momentos lamentáveis para o futebol brasileiro

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São Paulo, SP, 09 (AFI) – A torcida organizada Mancha Verde voltou a protagonizar momentos lamentáveis para o futebol brasileiro. Após a derrota por 3 a 1 para o Vitória em Salvador o grupo usou as redes sociais para mandar uma ‘mensagem’ aos jogadores do Palmeiras. Os principais alvos foram o lateral esquerdo Edígio, o diretor de futebol Alexandre Mattos e o presidente Maurício Galiotte, de acordo com eles, responsáveis pelos maus resultados do clube.

A ‘nota oficial’ começa elencando os quatro principais jogos do Palmeiras: derrota por 3 a 0 para a Ponte Preta no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Brasileiro, empate por 3 a 3 com o Cruzeiro no primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil, eliminação para o Barcelona de Guayaquil nas oitavas de final da Libertadores nos pênaltis e derrota para o Corinthians por 3 a 2 na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Para a Mancha Verde os jogadores do Palmeiras são ‘pipoqueiros’ e a única solução no elenco é a entrada de Felipe Melo, reserva desde a discussão com o ex-técnico Cuca (se mantém no banco mesmo com Alberto Valentim). Dentro do clube o volante é considerado intempestivo e com temperamento volátil, o que desestabiliza o grupo. Ainda assim, para a torcida organizada ele ‘joga mais que Jean, Thiago Santos, Bruno Henrique e Tchê Tchê versão 2017.

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Alvos frequentes da Mancha, Mattos e Galiotte também não passaram em branco. O diretor de futebol voltou a ser cobrado pela ‘incoerência nas contratações’ e é acusado de usar o Palmeiras para receber comissão nas transações. Com o presidente o tom é outro. Eleito em novembro de 2016, o cartola é constantemente questionado sobre a ‘falta de pulso’ e ‘sem força nos bastidores’. O grupo chegou a pedir a renuncia, que não se concretizou.

Por fim, a torcida organizada escancara o que eles chamam de lista de dispensa para ‘ajudar o presidente’. Egídio, Roger Guedes, Fabiano, Antonio Carlos, Juninho, Luan, Zé Roberto, Jean, Arouca, Michel Bastos, Bruno Henrique, Tchê Tchê, Deyverson e Erick encabeçam a relação, que ainda conta com nomes consagrados como Fernando Prass e Dudu. Borja, contratação mais cara da temporada e que não deslanchou, também não passou em branco.