Opinião Marcio Barreto: Que saudade do mágico quinteto azul!
Osvaldo Cruz, SP, 05 (AFI) – O tempo não pára e nem volta atrás. Mas podemos ser melhor hoje do que fomos ontem. Falo isso porque acredito que o time do Osvaldo Cruz pode voltar a ser aquele time encantador da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A3. Ou ainda, jogar melhor. Basta querer.Contra os grandalhões da zona Franca Paulista, os pequeninos se transformaram em gigantes. O mágico quinteto azul, formado por Júlio César, Thiaguinho, Naldinho, Ivanzinho e Tinho, fizeram a bola correr de pé em pé até chegar ao gol adversário três vezes. E olha que poderia ter sido mais! Tudo isso com um toque de bola refinado, rápido e envolvente.
Outra grande surpresa nesse jogo contra o Votoraty foi a escalação do centroavante Kadú. E depois, mais ainda, sua saída para a entrada de outro atacante de área, Faísca. Porque da minha surpresa? Vou explicar: é que esse time do Osvaldo Cruz não tem a cultura de jogar em função de um atacante de área, um centroavante.
Infelizmente, nem Kadú e nem Faísca, se encaixaram nesse time. Isso acontece com os melhores jogadores do mundo, nos melhores times do planeta. O Osvaldo Cruz fez suas melhores apresentações jogando com o mágico quinteto azul. Tocando a bola rasteirinha, meio Romário, como quem não quer nada, e aí armava o bote, o gol.
Meu querido treinador João Martins, com todo respeito, no próximo jogo do Azulão do Oeste Paulista, me faça feliz. Não só eu, mas todos aqueles que admiram o bom futebol. Escale o mágico quinteto azul para a alegria geral da nação do interior paulista. Esse time já está formado, antes mesmo da sua chegada.
É Thiago Gaúcho no gol; Juliano, Maurão e Régis na zaga; Wesley, Aloísio, Júlio César, Thiaguinho e Ivanzinho formando as laterais, a cabeça de área e o meio de campo; Naldinho e Tinho no ataque, com a chegada surpresa de Ivanzinho, fazendo o terceiro atacante, e voltando para fechar o meio campo. É simples assim!
Assisti a última partida do Azulão do Oeste Paulista contra o Votoraty, o primeiro jogo da segunda fase da competição, no estádio Breno Ribeiro do Val, último sábado, sob o comando do treinador João Martins, na sua terceira passagem pelo clube. O time venceu por 1 a 0. Mas não convenceu. Se não fosse o ato de brilhantismo individualizado do pequenino gênio da bola, Naldinho, o time teria empatado em 0 a 0. Nem de longe foi aquele time que me encantou quando jogou contra a líder Francana.





































































































































