Opinião Marcelo Gotti: Papão, a muralha!

Mogi Mirim, SP, 28 (AFI) – Depois que a nova administração, que tem como o principal mandatário o pentacampeão Rivaldo, assumiu o Mogi Mirim Esporte Clube, muitas coisas mudaram.

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No início, as mudanças aconteceram com relação à apresentação de atletas no clube. Era preciso convocar uma coletiva de imprensa para que o atleta fosse anunciado de forma oficial pela nova diretoria. Todos os jogadores vestiam a camisa e posavam para as fotos.

Depois vieram as determinações para as entrevistas. Era preciso agendar antecipadamente com a assessoria de imprensa do Mogi Mirim para que o profissional pudesse colher as informações com os atletas.

Agora, aconteceu a mudança mais sentida por todos. E a atitude atinge a imprensa e os torcedores acostumados a acompanhar alguns coletivos realizados no estádio Papa João Paulo II.

Por determinação da diretoria do clube mogimiriano, todos os portões que cercam o “Papão” foram devidamente trancados com fortes cadeados.

Ninguém, ninguém mesmo, pode adentrar ao estádio sem ser anunciado com duas horas de antecedência. Os torcedores ainda não têm nem esta opção. Foram cerceados do direito de acompanhar os coletivos do Sapão da Mogiana.

O “Papão” virou uma muralha. Um estádio cercado de grades e portões fechados.