Opinião Ederaldo Poy: Na Terra do Fundanga

O futebol é fascinante e nos leva a lugares exóticos

Araras, SP, 8 (AFI) – Caros e baratos companheiros, realmente o mundo do futebol é facinante e nos leva a lugares que jamais poderíamos imaginar que um dia chegaríamos e conhecer pessoas que jamais sabíamos que existia.

Acompanhando os Masters do Brasil e do Corinthians junto com a equipe esportiva da TV Século 21 que é a única emissora de televisão do país que dá total cobertura aos jogos masters, estou tento a oportunidade de conhecer a fundo o interiorzão do nosso maravilhoso Brasil.

Ambas as equipes de Masters ora do Brasil ou Corinthians, são requisitadas por cidades do interior dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná, chegando até ao Mato Grosso.

Recentemente estivemos no Noroeste do estado do Paraná nas cidades de Iporã e Rancho Alegre do O´este, pertinho da divisa do Paraguai – na verdade estávamos a 50 quilômetros dos hermanos.

Na cidade de Iporã pude conhecer o radialista Pedro Furquim da Rádio Cultura AM de Iporã e através dele pude saber a história no narrador esportivo Fundanga ao qual infelizmente não tive a oportunidade de conhecê-lo, mas, tenho que certeza que os amigos de Campinas e região saberão de quem estou falando. Fundanga era cunhado de Furquim.

Dionísio Pivato ou simplesmente Fundanda era natural dessa carinhosa cidadizinha chamada Iporã, deu seus primeiros “passos” com o microfone falando no sistema de auto falantes da cidade onde narrava os jogos amadores direto do estádio Virgílio Botolóti. Com o tempo se transferiu para a cidade de Paraguaçu Paulista para também militar no rádio esportivo, chegou a trabalhar na equipe de Lombardi na Rádio Clube de Curitiba e com o tempo veio para Campinas onde trabalhou na Rádio Brasil e Rádio Educadora – atualmente Rádio Bandeirantes.

Dionísio Fundanga morreu no rio Atibaia fazendo aquilo que mais gostava nas horas vagas que era pescar, mas deixou um buraco muito grande de saudade com a sua alegre e vibrante narração.