Opinião Diego Viñas: Depois de tudo isso, e agora, Brasil?
São Paulo, SP, 04 (AFI) – Ao fim da partida contra o Chile, após o 3 a 0 (triplo Robinho), o locutor gritou o sonoro e nacional “que venha o Equador!”. Não sei, não! A seleção brasileira me pareceu estranha nestes dois primeios jogos. No primeiro jogo, levou feio. No segundo, fácil, mas só depois da metade do segundo tempo.
Naquela tarde de domingo, eu mesmo me preparava para transmitir o jogo entre Brasil e Chile no estádio de Maturín, pela segunda rodada da Copa América. Ah é, partida válida pelo grupo B. Transmissão daqui do Brasil mesmo, em Osasco, mais precisamente, em São Paulo. Dos estúdios da rádio sentamos a frente de uma televisão e muitos, mas muitos papéis com informações dos países, da cidade, dos jogadores e etc e etc e tal. Situou, leitor? Agora vamos à minha reflexão!
Infelizmente, não encontrei solução para a questão que levantei neste meu texto. Verdade! Não entendo por que o Brasil perdeu do México, por que levou dois chapéus (ou sombreros), por que erramos tantos gols. E, claro, por que o Brasil quase perdeu de 3 a 0 no final.
O que esperar da seleção diante do Equador? Diante do time que começou vencendo o confronto contra o Chile. O Equador que conseguiu marcar gol em cima do México. Que perdeu as duas sim, mas que, sei lá, acho que meu medo nem é do Equador. É do Brasil, ou do Dunga, ou do Vágner Love que só conseguiu cair na área para o gol de pênalti de Robinho sobre o Chile.
É só um desabafo! Um conflito de pensamentos meus. Você, meu caro e fiel leitor, poderia me ajudar. E com tudo isso, uma derrota vergonhosa, motivo de piada. Agora uma seleção confiante, com um astro Robinho brilhante.
Que dúvida! E agora, Brasil?





































































































































