Opinião Diego Viñas: Contos da Várzea - Tributo a Tinho
Campinas, SP, 19 (AFI) – Ele escreveu dois livros sobre futebol de várzea, é mole? Walter Scott Vicentini. Isso mesmo! Nome do escritor escocês, por quem seu pai era apaixonado. Mais que isso. Seu pai quis eternizar o nome, Walter Vicentini.
“Ele não queria colocar nem Júnior nem Filho. Daí colocou esse ‘Scott’ no meio e eu adorei. Adoro meu nome”, diz Tinho, como é conhecido o também ex-jogador de várzea.
A equipe do G-8 (que neste documentário são apenas quatro) esteve na casa de Walter. Vila Maria Alta. Quero agradecer publicamente esse senhor de muita história e, mais que isso, por ter dividido com milhares de leitores sob as páginas do “Primeiro Chute – Essa várzea hilariante”. Na capa, ele e seus irmãos como ele mesmo diz. “Gorro da moda na cabeça, calção de ‘pula brejo’ e dedão no chão”.
Na segunda capa, seu pai aparece em pé, na pose que seu time, o Bandeirantes, fazia em 1923. Todos de braços cruzados, era assim que tiravam fotos os jogadores de futebol. Mas Walter, o pai, rebelde, com as mãos na cintura.
Príncipes do Morro
Graças ao nosso novo amigo escritor, conhecemos, antes, o campo, o time, o filho do dono e o presidente do Príncipes do Morro na festa de 48 anos da inauguração do clube amador.
“Tínhamos uma loja chamada Princesa do morro, por isso quizemos completar o par”, explica Sr. Alceu, filho do fundador do clube, famoso por seus bailes e festas no bairro. Social que resultou em mais de vinte casamentos.
Reta final
No fim de outubro, o documentário “Contos da Várzea” fica pronto. Com alegria, a ansiedade chega. Por isso, nos próximos dois textos, você, amigo leitor, vai conhecer duas histórias retiradas dos livros de Walter Scott Vicentini.
Fique ligado no capítulo seis do Contos da Várzea. Até semana que vem!





































































































































