Opinião Diego Viñas: Contos da Várzea - Timão e Verdão!

São Paulo, SP, 09 (AFI) – Ah meus amigos dos Contos da Várzea, essa de hoje foi emocionar. Na verdade foi nesse feriado da Independência do Brasil. Dia quente, céu aberto, sol forte e, claro, futebol. Em campo, dessa vez tinha gramado, os veteranos do Corinthians e Palmeiras numa grande festa que reuniu quase 3 mil torcedores no campo do Sete de Setembro, no bairro da Água Rasa, zona leste de São Paulo.

Junto comigo, formando o quarteto, Rafa Dantas, Renato Rogenski e Tony Marlon, os de sempre na produção desse que promete ser o início de um grande estudo do universo do futebol amador: o Contos da Várzea.

Um dia de emoções pra gente, imagina. De um lado do campo, eu e o Rafa entrevistando nada menos que Biro Biro, ex-craque corintiano. Não podia deixar de falar com quem já esteve na várzea, foi para o profissional e, hoje, volta às origens. Fala Biro-Biro. “Reunir os velhos amigos é sempre muito bom”. Ou Lero Lero? “Ah, é porque quando o Corinthians me contratou, o Alberto Dualib me chamou assim, de Lero Lero (risos), mas tudo certo. Biro Biro, Lero Lero, era tudo a mesma coisa”.

Do outro lado, Renato e Tony abordaram Tonhão, zagueiro do Palmeiras nos títulos Paulista e Brasileiro de 1993. Quantos grandes jogadores. Quanta história. Que jogo. Aliás, lances típicos e inesperados. Gilmar Fubá marcando golaço e Dinei tirando grito da torcida. Ah é, o grande e famoso goleiro Ronaaaldo levando cartão vermelho por reclamação. Fim de jogo, sapecada alvi-negra por 5 a 2.

O dia foi tão especial que vou dedicar mais um textos sobre esse Jogo da Paz: O retorno dos profissionais para a várzea. Já ouviu falar no Ciborg do Corinthians? Se sim ou se não, explico por que esse apelido, Ciborg, e mais desse personagem da história do futebol amador. Esse é o “Contos da Várzea”!