O que será do futebol quando o vírus bater asa?

O que será do futebol quando o vírus bater asa?

O que será do futebol quando o vírus bater asa?

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Na ausência de assuntos da atualidade sobre o futebol de Campinas, que tal recordar fatos ‘veios?’ O protagonista da coluna Cadê Você é o ex-meia Davi, do Guarani, carrasco da Ponte Preta em dérbis na década de 70.

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Em tempo de quarentena provocada pelo coronavírus, quando se busca opções para videoconferências e reuniões online, integrantes da equipe de Esportes da Rádio Brasil de Campinas fizerem testes de como se transportar para casa de cada um mini estúdio, e se realizar programa esportivo como se fosse presencial.

Conversa vai, conversa vem, de repente eu coloco na roda a emblemática questão: como vai ser o futebol quando tudo voltar à normalidade?

Tudo como dantes no Quartel de Abrantes? Ou as pessoas serão mais reflexivas?

Provavelmente cada qual vai experimentar a sua realidade que, por consequência, vai remetê-lo à reflexão.

Estarão mais insensíveis? Como reagirão em decorrência de suposto abalo psicológico por ‘ene’ motivos?

Paixão pelo futebol e o clube do coração continuarão imutáveis?

AGLOMERAÇÃO

Em caso da persistência do medo por aglomeração, a tendência seria por redução de público nos estádios?

Em havendo, é razoável se projetar transferência do protagonismo à televisão, através do sistema pay-per-view?

Considere também a proliferação de transmissões de futebol pela internet, um indicativo de que os próprios clubes gerem imagens e façam transmissões de seus jogos?

Neste caso seria colocado serviço adicional ao torcedor de poltrona, provavelmente a custo menor comparativamente ao praticado pela televisão.