O peso da primeira vitória
O peso da primeira vitória
Podem achar que é balela, mas o peso da primeira vitória faz com que um time perca a sua capacidade de concentração, raciocínio e poder de fogo. Essa premissa ficou clara na vitória do Noroeste, por 2 a 1, sobre o Guarani.
O Norusca estava visívelmente preocupado, nervoso e ansioso pela primeira vitória. Isso atrapalhou o rendimento da equipe, principalmente no meio-campo. O próprio Márcio Bittencourt considerou que a equipe poderia ter rendido mais, muito mais do que rendeu. Para ele, valeram os três pontos.
Considero da mesma forma. Muito pior foram os jogos diante de Juventus e Guaratinguetá, quando o Noroeste não fez uma apresentação tão apagada quanto foi com o Guarani.
Agora, o ex-volante corintiano e atual comandante alvirrubro vai arrumar a equipe, tentando a segunda vitória, diante do Ituano, do técnico Pintado, que veio de um ótimo resultado.
Por falar em Pintado, o Luiz Carlos Preto, faço uma retificação. Elegantemente, ele escreveu para mim, questionando o termo “ressuscitar” utilizado por mim, para exemplificar a passagem dele pelo Norusca. Disse que ele “ressuscitou” para o futebol. Corrijo: Pintado foi lançado como técnico para toda a mídia/futebol nacional por sua passagem no Noroeste. Daí, foi para o Paraná Clube, da primeira divisão do futebol brasileiro e recém-saído de uma Libertadores. Dos cinco jogos dele (ganhou dois), quatro foram televisionados. Assim, foi lançado para o futebol nacional e não “ressuscitado” como disse.





































































































































