Novas ‘peças’ já começam a dar configuração ao time pontepretano
Time ganha do Criciúma por 3 a 1, em Campinas
Novas ‘peças’ já começam a dar configuração ao time pontepretano
O torcedor pontepretano mais exigente já começa a constatar que alguma coisa começa a mudar daquele time extremamente limitado que oscilava demais neste Campeonato Brasileiro da Série B.
Podem até contra-argumentar que o futebol do Criciúma não serve de base para valorização da vitória da Ponte Preta por 3 a 1, na noite desta terça-feira no Estádio Moisés Lucarelli, mas a troca de duas ‘peças’ deram solidez à defesa.
Reginaldo tem dado conta do recado na quarta-zaga e o lateral-esquerdo Nicolas correspondido na marcação, além de aos poucos se soltar ao ataque.

A despeito de ter perdido gol do chamado ‘Inacreditável Futebol Clube’, do programa Fantástico da TV Globo, a entrada do atacante Hyuri serviu para melhorar a criatividade ofensiva, com lucidez na jogada que determinou o segundo gol pontepretano, aos 34 minutos do 1º tempo.
Ao receber lançamento longo do volante Lucas Mineiro, Hyuri já dominou a bola ajeitando, e teve percepção do acompanhamento da jogada do volante João Vitor, para servi-lo.
LADO DIREITO
Antes disso, a Ponte insistia em jogadas pelo lado direito, com André Luís caçado seguidamente pelo violento Christian, e complacência do árbitro mineiro Ronei Cândido Alves.
Sim, foi em cobrança de falta pela direita, através de Igor, que o volante Lucas Mineiro, livre de marcação, testou a bola no chão, no canto direito do goleiro Belliato, sem chances de defesa aos dez minutos, no primeiro gol.
Dois minutos depois, o zagueiro Renan Fonseca cometeu falta no lateral-direito Eduardo, que Alex Maranhão cobrou com perfeição.
Afora isso, o Criciúma sequer conseguia se aproximar da meta do goleiro Ivan, enquanto a Ponte já balanceava jogadas ofensivas dois lados, mais pela esquerda para explorar as costas do lateral ofensivo Eduardo e lentidão do zagueiro Nino na cobertura.
Apesar disso, ainda no primeiro tempo, a Ponte só voltou a ameaçar em cabeçada do zagueiro Reginaldo para fora.
MAIS CHANCES
Como o Criciúma se soltou mais no segundo tempo, ofereceu espaços para a Ponte trabalhar a bola.
Reflexo disso é que nos primeiros 20 minutos correu risco de sofrer gol três vezes em finalizações de Hyuri, que voltou a perder a chance mais clara aos 29 minutos, quando, a dois metros da linha fatal, conseguiu chutar a bola para fora.
Sorte dele que a chance desperdiçada não fez falta. É que dois minutos depois, em contra-ataque puxado por André Luís, o passe foi perfeito para Bruno Ramires, que acompanhava a jogada, apenas empurrar a bola pra rede.
ORINHO
Naquela altura Orinho já estava em campo na primeira alteração feita pelo treinador pontepretano João Brigatti.
Ao posicioná-lo avançado, a intenção de Brigatti era explorar às costas de Eduardo, mas Orinho está sem ritmo de jogo, embora taticamente tenha se preocupado com a recomposição.
Quem deixou o gramado foi Vitor Rangel, atacante centralizado, com o espaço ocupado do Hyuri.
O desenho de nova goleada só não se confirmou porque o volante Paulinho praticamente recuou a bola ao goleiro Belliato, quando ficou na cara do gol aos 43 minutos.
Pra não citar que o Criciúma sequer se aproximou do gol pontepretano, registro apenas para cabeceada fraca do zagueiro Liel, que Ivan não teve a mínima dificuldade para praticar a defesa.





































































































































