No pré-jogo, Kleina e Carpini precisam fazer todas as simulações
Todavia, o pré-jogo requer dos treinadores simulações de várias situações com tendência de ocorrerem durante as partidas.
No pré-jogo, Kleina e Carpini precisam fazer todas as simulações
Sempre enfatizo que no conforto do sofá e incomunicável para evitar distração, fica mais fácil leitura adequada de jogo. Portanto, cabe a nós, analistas, por vezes entender a posição dos treinadores que precisam ter observações esmiuçadas quando a bola rola, para rápidas tomadas de decisões.
Todavia, o pré-jogo requer dos treinadores simulações de várias situações com tendência de ocorrerem durante as partidas.
CARPINI
Véspera do jogo do Guarani contra o Coritiba, o treinador Jorginho, do time paranaense, já cogitava a possibilidade de escalar Rafinha no lugar de Kelvin, o que alteraria o esquema tático do time.
Se Kelvin usa basicamente o lado do campo, Rafinha tem se posicionado por dentro, na organização de jogadas.
Logo, com Rafinha escalado, claro estava que o lateral-esquerdo Thallyson, do Guarani, não seria incomodado. E ainda teria um corredor pra avançar, como avançou durante o primeiro tempo.

Problema é que o treinador interino do Guarani, Thiago Carpini (foto), não dimensionou esta hipótese, e preventivamente não trabalhou jogadas combinadas pelo setor.
Por isso, quando Thallyson atacava, ficava a restrita opção de alçar a bola à área adversária, devolvida pelos defensores adversários. Portanto, jogada infrutífera.
Perceberam que simulações de jogadas devem ser ensaiadas e executadas quando o cenário favorece?
TROCAS DE KLEINA
O pré-jogo contra o Londrina não foi devidamente debatido pelos homens do futebol da Ponte Preta, apesar da vitória por 3 a 1.
Coordenador Gustavo Bueno tem obrigação de cobrar posições do treinador Gilson Kleina e debatê-las.
Se é modismo clubes de elite do futebol brasileiro pouparem titulares – e por vezes priorizarem equipes alternativas -, é preciso que se recorra ao bordão do ex-centravante Dadá Maravilha quando dizia que ‘uma coisa é uma; outra coisa é outra coisa’.
Que mal comparando, jogador de Série A é um produto de prateleira primeira classe. Jogador de Série B, é produto de classe inferior.
Logo, quando se mexe no ‘varejo’ em equipe, tem que se distinguir diferenciação de jogadores de Série A para Série B. Numa situação de desentrosamento, o jogador qualificado compensa com menos erros de passes, visão de jogo e dimensionamento sobre a melhor jogada.
Claro que o mesmo não se aplica a jogador da Série B, com natural probabilidade de aumento de erros de passes e quebra da dinâmica de jogo.

Isso explica porque Kleina (foto) deveria ter sido alertado para evitar mudanças radicais na equipe contra o Londrina, embora reconheça-se o propósito de ajustar setores. Em Série B, mudanças precisam ser progressivas.
INSISTIR NA BASE
Já que o serviço foi feito, o jogo contra o Londrina faz parte do passado e o objetivo de vitória foi alcançado, que agora o treinador insista nesta nova base formada, para que gradativamente ganhe consistência.
Já que o improvisado Henrique Trevisan vai reassumir a lateral-esquerda, devido à suspenso de Guilherme Guedes, que seja condicionado a marcar o corredor, e não se misturar aos zagueiros e observar adversários à distância, como ocorreu contra o Botafogo.





































































































































