No Guarani, Michel Alves repete outro trabalho bem-sucedido
No Guarani, Michel Alves repete outro trabalho bem-sucedido
No Guarani, Michel Alves repete outro trabalho bem-sucedido
Neste espaço, raramente há abertura para elogios direcionados a cartolas e executivos de futebol de clubes, pois o trabalho bem feito não passa de obrigação.
Convenhamos que o superintendente de futebol do Guarani, Michel Alves, insere-se no grupo de exceção, e por ora faz por merecer reconhecimento, pois consegue fazer acima do previsto sem gastança.
Claro que ainda é prematuro se fazer juízo final da capacidade dele, pois chegou a Campinas em dezembro passado.
Goleiro até 2018, a trajetória dele foi marcada como reserva nas passagens por Inter (RS) e Vasco.
Na andança em pequenos clubes brasileiros, jogou com o então zagueiro-volante Thiago Carpini. Logo, o hoje treinador bugrino deve ter avalizado a contratação do superintendente, até porque não há uma alma sequer no Conselho de Administração do Guarani que tenha pleno domínio desse troço chamado futebol.
CUIABÁ
Michel Alves iniciou a caminhada como gerente de futebol no Cuiabá, ano passado.
Lá, durante o Campeonato Brasileiro da Série B, conseguiu fazer o razoável com pouco.
No Guarani, dividiu responsabilidade de montagem do elenco 2020 com o treinador Thiago Carpini.
Foi quando o presidente Ricardo Moisés avisou que a folha de pagamento não excederia R$ 800 mil mensais.
É sabido que o carro-chefe das receitas do futebol bugrino vem da empresa Magnum, proveniente de decisão da Justiça trabalhista.
Do depósito mensal de R$ 350 mil, o valor de R$ 280 mil é destinado ao futebol do Guarani.
O complemento da receita vem de cota da televisão, patrocinadores e bilheteria.
MAGNUM
Dinheiro da Magnum foi repassado ao Guarani inclusive em abril, todavia de que forma o clube complementa o orçamento mensal ainda não foi inconformado.
O certo é que com a planilha financeira colocada pela diretoria, Michel Alves procurou as ‘peças’ que se encaixariam na equipe, e o reflexo do trabalho foi a surpreendente campanha da equipe no Paulistão, na iminência de classificação à segunda fase.
Com isso, a tendência é o clube barrar pretensão de vaga do Corinthians à classificação, cujo elenco tem custo mensal aproximado de R$ 12 milhões.
Futebol tem essas coisas imprevisíveis. O antecessor na função de Michel foi Fumagalli, ídolo como atleta, mas fracassou na empreitada.





































































































































