No aniversário da cidade de Campinas, Guarani sem força e Ponte Preta em baixa
O Guarani está sensacional e a Ponte Preta espetacular. Campinas repete o final dos anos 70 e volta a ser a capital do futebol brasileiro.
Na parte futebolística, não é nada disso e nem passa pela cabeça dos bugrinos e pontepretanos, vivenciar momentos de glórias, como foram aqueles proporcionados pelos seus times.
Campinas, SP, 13 (AFI) – O Guarani está sensacional e a Ponte Preta espetacular. Campinas repete o final dos anos 70 e volta a ser a capital do futebol brasileiro. Esse seria o presente que os dois times dariam neste 14 de julho, no aniversário dos 241 anos dessa cidade, que aprendeu a vencer os obstáculos, por mais difíceis que fossem de transpor.
Porém, na parte futebolística, não é nada disso e nem passa pela cabeça dos bugrinos e pontepretanos, vivenciar momentos de glórias, como foram aqueles proporcionados pelos seus times. A realidade é bem outra.
O Guarani parece que está disputando o último campeonato da Segunda Divisão Paulista, quando era treinado pelo Marcelo Veiga. O time continua sem força, não tem aquela gana de vencer.
Apesar da contratação de 6 jogadores e de treinador novo, o elenco não é adequado para uma competição difícil, como é a Terceira Divisão do Brasileiro. Isso foi mostrado na derrota para a Portuguesa no último domingo.
A culpa não é dos jogadores que estão no elenco há mais tempo, nem dos novos contratados e tampouco do atual treinador Paulo Roberto Santos, como eu já mencionei em uma outra coluna. Os dirigentes do futebol, junto com o presidente, continuam demonstrando incompetência no planejamento estratégico. De modo particular, penso que o acesso já era e mudanças para a próxima temporada têm que ser feitas.
No lado da Ponte Preta, a situação agora passa a ser de preocupação. Depois de um início de Brasileirão surpreendente, chegando até à zona do G4, o time começou um declínio inesperado. Nos últimos 6 jogos,aonde foram disputados 18 pontos, ganhou apenas 4 . Perdeu para o Fluminense, Palmeiras, Corinthians e Atlético Mineiro; empatou com o Coritiba e ganhou do Atlético Paranaense.
AGORA SEM CAJÁ
Para piorar a situação, perdeu o seu melhor jogador e artilheiro, Renato Cajá, negociado com o Al Sharaj dos Emirados Árabes. O valor foi de 2 milhões de dólares, cabendo ao cofre da Ponte apenas 40%. Para o lugar de Cajá, a Ponte está trazendo Felipe e Bady do Atlético Paranaense.
O presidente do clube e profundo conhecedor do futebol, Petraglia, não liberaria ambos, se estivessem bem. São jogadores de segunda divisão e tomara que não sigam o caminho do atacante Borges, que não vingou.
Não dá para criticar os homens do futebol, Gustavo Bueno e Hélio Kazuo, é que o mercado não dispõe de jogadores que estejam disponíveis e de qualidade para essa posição. A Ponte vai continuar dependendo do seu treinador Guto Ferreira, para que o time não sofra muito nesse Brasileirão.
Aquela gordura conquistada no início do campeonato está acabando e a zona do rebaixamento está próxima. Bem, aquele presente de aniversário que Campinas poderia ganhar, ficou para uma outra oportunidade, parece que bem distante. De qualquer forma, fica aqui um forte abraço de um campineiro. Parabéns Campinas.





































































































































