Nicolas Careca e Vilela foram pedras cantadas ao Guarani

Dizem,alguns, que não é função de analista de futebol aprovar ou reprovar jogadores na iminência de clubes contratá-los, mas não dou a mínima...

Pagou pra ver se, em Campinas, o centroavante Nicolas Careca mostraria futebol diferente daquilo que observamos no CRB, e se deu mal.

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Nicolas Careca. (Foto: Marlon Costa - Especial para Guarani FC)

Campinas, SP, 25 (AFI) – Por que o Guarani insistiu em duas contratações que sabiamente não prosperariam em sua equipe neste Campeonato Brasileiro da Série B?

Pagou pra ver se, em Campinas, o centroavante Nicolas Careca mostraria futebol diferente daquilo que observamos no CRB, e se deu mal.

Igualmente não houve vantagem considerável na contratação do volante Leandro Vilela.

Dizem que não é função de analista de futebol aprovar ou reprovar jogadores na iminência de clubes contratá-los, mas como não dou a mínima para isso, evidente que na hipótese de conhecer o atleta em questão não me omito.

NICOLAS

Ao longo de minhas publicações sobre Guarani, no que se refere às contratações, foi citado aqui, com todas as letras, para que dirigentes do clube evitassem, enquanto ainda era tempo, a contratação do centroavante Nicolas Careca, então vinculado ao CRB.

Na temporada passada ficou claro que o atleta, com a camisa do time alagoano, era apenas esforçado, ‘molhava’ a camisa pra valer, mas no frigir dos ovos pouco produzia, tanto que até havia perdido espaço entre os titulares daquela agremiação.

Logo, nada recomendava que fosse contratado por clube do porte do Guarani, mas fizeram questão de pagar pra ver e viram.

LEANDRO VILELA

E quando a mídia de Campinas noticiava o interesse pela contratação do volante Leandro Vilela, então no Operário (PR), pensei com os meus botões como teria passado despercebido características e supostas virtudes do atleta, considerando-se que havia assistido incontáveis partidas do time paranaense.

Na dúvida e temendo cometer injustiça, fiz questão de calçar minha posição ouvindo a opinião do ex-presidente bugrino Beto Zini que, coincidentemente, acompanhou o relator aqui caracterizando Vilela de jogador rigorosamente comum.

Pois o tempo mostrou que não estávamos enganados.

ISAQUE

Como não ignoro os tombos que levo, das pingas que bebo, reconheço ter errado na avaliação preliminar feita sobre o meia-atacante Isaque, que não havia deixado impressão favorável com a camisa do Grêmio.

No Guarani, após início oscilante, mostrou regularidade que fez jus à condição de titular, principalmente por bem assimilar função tática determinada.

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