Náutico x Oeste - É jogo de vida ou morte, amigos!

O Timbu quer o acesso, enquanto o Rubrão precisa vencer para não ser rebaixado

O Timbu quer o acesso, enquanto o Rubrão precisa vencer para não ser rebaixado

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Recife, PE, 25 (AFI) – Náutico e Oeste protagonizam neste sábado, às 17h30, na Arena Pernambuco, um dos duelos mais atrativos da última rodada do Campeonato Brasileiro da Sére B. Enquanto o Timbu sonha em conquistar o acesso, a equipe paulista luta desesperadamente para não ser rebaixado à Terceira Divisão.

O Náutico não depende apenas de sua própria força para chegar ao G4. Além de vencer o adversário neste sábado, precisará torcer por um tropeço do Vasco da Gama, contra o Ceará, ou por uma derrota do Bahia, diante do campeão Atlético Goianinense, em Goiânia. O Timbu está na quinta posição, com 60, dois atrás do Trem Bala e três do Tricolor.

A situação do Oeste já é um pouco mais delicada. O Rubrão não vence uma partida sequer há 16 rodadas e ocupa apenas a 16ª colocação, com 38 pontos, um a mais do que o Joinville, seu rival na briga contra o rebaixamento. Uma simples vitória, confirma a permanência do clube paulista na divisão. Se tropeçar, terá que torcer para que o Joinville não vença o Vila Nova.

VAI, TIMBU!
Foi em clima de muita descontração e após um rachão bem disputado, que o Náutico encerrou seus preparativos pela manhã, nesta sexta-feira, de olho no jogo decisivo pelo Brasileiro da Série B diante do Oeste (SP). A dúvida é para saber quem entrará na vaga de João Ananias. Rodrigo Souza deve ser o escolhido, mas Maylson segue na briga. Sem dores musculares, Marco Antônio está confirmado.

Givanildo de Oliveira conversou muito com o goleiro Julio Cesar

Givanildo de Oliveira conversou muito com o goleiro Julio Cesar

“Dependemos dos outros, mas temos que pensar primeiro em fazer a nossa parte diante do Oeste e só depois ver o que vai acontecer. Tivemos uma conversa longa com os jogadores falando sobre isso e, como os jogos serão no mesmo horário, não adianta a gente ficar pensando nos outros. Porém, como o Bahia vem fazendo gols nas últimas rodadas sempre nos minutos finais das partidas, quem sabe desta vez ele não leva um também”, lembrou Givanildo, que só vai definir a equipe momentos antes da partida. “Tenho duas dúvidas e prefiro nem falar quais são os jogadores em questão”.

Sobre a movimentada semana de trabalho no Centro de Treinamentos, na Guabiraba, o comandante alvirrubro disse ter ficado bem satisfeito. “O grupo trabalhou muito bem e também estou satisfeito com o apoio que vamos receber por parte da torcida. Milhares de ingressos já foram vendidos antecipadamente e, nas ruas, todos têm mostrado muito ânimo em relação ao acesso. Além deles, eu e os jogadores também acreditamos que vai dar tudo certo”, ressaltou Givanildo Oliveira, que pode, no Náutico, conseguir seu terceiro acesso por clubes do Estado. “Já subi com o Sport e com o Santa Cruz e, se acontecer com o Náutico, não vai ter valor que pague”, terminou.

LÁ VEM O RUBRÃO!
Para o confronto final, Diniz não terá os meias Daniel Simões e Matheus Vargas, os dois ficaram em Osasco no departamento médico. Sem desfalques por suspensão, o treinador relacionou dezoito atletas. A única novidade deve ser a volta de Velicka ao setor defensivo. De resto, o time deverá ser o mesmo que perdeu para o Joinville na última rodada.

Diniz não deu liga ao Oeste e pode ser o responsável por rebaixar o clube à Série C

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“É uma partida muito difícil para as duas equipes que estão em situações diferentes. Treinamos bem durante a semana, nos preparando para todas as situações possíveis de jogo. É o último jogo, não temos mais margem parar errar, dependemos ainda somente de nós, mas buscaremos a vitória”, avaliou Felipe Alves, goleiro da equipe.

“As duas equipes evoluíram taticamente de lá pra cá e contra nós, todas os times jogam de maneira diferente do que estão acostumadas. Por isso, é difícil tirar uma base de jogos anteriores. Estamos preparados de todas as maneiras para enfrentar o Náutico no Pernambuco”, finalizou o treinador, que foi insistente ao manter o padrão de jogo do Audax e pouco fez para tirar o clube dessa situação.

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