Narrador português manda presidente da Fifa para o C* após classificação
Bastante exaltado, o narrador soltou o verbo contra Blatter, Messi e Ibrahimovic
“No rádio, tudo é permitido”. A fatídica frase popular sempre gerou polêmica no mundo de futebol. Acostumados a torcer pela seleção ou clube local, alguns narradores as vezes exageram e extrapolam na hora da narração de um gol.
Campinas, SP, 21 (AFI) – “No rádio, tudo é permitido”. A fatídica frase popular sempre gerou polêmica no mundo de futebol. Acostumados a torcer pela seleção ou clube local, alguns narradores as vezes exageram e extrapolam na hora da narração de um gol. Na última terça-feira, um locutor de um rádio portuguesa se exaltou após o terceiro gol de Cristiano Ronaldo sobre a Suécia, que garantiu a seleção portuguesa na Copa do Mundo de 2014. Na hora de narrar o gol, o locutor mandou o presidente da FIFA, Joseph Blater, Messi e Ibrahimovic para um lugar nem um pouco agradável. (Veja o vídeo)

“Vá pro C*, Blatter, vá pro C*, Messi, vá pro C*, Ibrahiomovic…”, disse o locutor assim que saiu o gol de Cristiano Ronaldo.
Em Portugal, a expressão “vá para o C*” tem o mesmo significado de vá se fu* para os brasileiros.
Irresponsável ou divertida, a narração ganhou notoriedade no mundo todo e ficou tão famosa como a classificação da seleção portuguesa para a Copa do Mundo.
O jogo terminou com a vitória de Portugal por 3 a 2 em pela cidade de Estocolmo. O resultado classificou os portugueses para a Copa e eliminou a Suécia de Ibrahimovic do Mundial.
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, “caralho” é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (navios antigos) e de onde os vigias perscrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O Caralho, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de “castigo” para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no caralho, e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí vem a célebre expressão “MANDAR PARA O CARALHO”
Pelo menos a partir de agora poderemos dizer “caralho” ou mandar alguém para o “caralho”, com um pouco mais de cultura e autoridade acadêmica…





































































































































