Naldo e Jean Patrick entram com ação contra a Ponte Preta
Antes deles, o zagueiro Fábio Ferreira e os laterais João Lucas e Fernandinho acionaram a Macaca na Justiça
Antes deles, o zagueiro Fábio Ferreira e os laterais João Lucas e Fernandinho acionaram a Macaca na Justiça
Campinas, SP, 30 (AFI) – Enquanto Eduardo Baptista busca encontrar uma constância para o time dentro de campo, a diretoria da Ponte Preta precisa se virar com os problemas fora das quatro linhas. Nesta terça-feira, os volantes Naldo e Jean Patrick entraram na Justiça contra o clube alegando salários atrasados.
Os dois fizeram parte do elenco rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. Jean Patrick cobra cerca de R$ 450 mil referentes a três meses de salários atrasados e direitos de imagem, além de férias, 13º e FGTS. Já Naldo está pedindo R$ 380 mil por dois meses de salários atrasados, três de direitos de imagem, férias, 13º e FGTS.
Jean Patrick tem 25 anos e foi contratado pela Ponte Preta junto ao Albirex Niigata-JAP. Ele tinha vínculo até o fim do Campeonato Paulista, mas não estava nos planos e foi dispensado em dezembro do ano passado com a promessa de pagamento dos salários atrasados. O volante fez oito partidas pela Macaca e marcou um gol. Atualmente, defende o Novorizontino no Paulistão.

Um dos jogadores mais criticados pela torcida pontepretana na campanha do rebaixamento, Naldo chegou no início do ano passado e fez parte também do elenco vice-campeão paulista. Ao todo, foram 37 jogos e dois gols. Ele chegou a negociar a renovação com a Macaca, mas acabou se transferindo para o Ceará.
QUE SITUAÇÃO!
Antes deles, o zagueiro Fábio Ferreira e os laterais João Lucas e Fernandinho acionaram a Ponte Preta na Justiça. Quem também pode ter o mesmo futuro é Aranha. Fora dos planos da comissão técnica, o goleiro tem quatro meses de salários atrasados e a diretoria vem tentando entrar em um acordo para rescindir o vínculo – vai até o fim de 2019 – de forma amigável.
Assim como os três citados acima, Naldo e Jean Patrick são representados pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino.
Por conta desses problemas, o ex-presidente Vanderlei Pereira e o diretor financeiro Gustavo Valio foram chamados pelo presidente do Conselho Deliberativo, Tagino Alves dos Santos, para prestarem esclarecimentos sobre a situação dos salários atrasados.





































































































































