Na Áustria, Anderson Paixão fala sobre experiência com a Seleção Brasileira, mas de olho na Chapecoense
Realizando um objetivo de carreira, Anderson Paixão destacou a importância para a sequência de sua trajetória encerrar a temporada de 2014 defendendo a Seleção
Convocado pela primeira vez para defender a Seleção Brasileira, o preparador físico Anderson Paixão, atualmente na Chapecoense, vive uma fusão de sentimentos
São Paulo, SP, 17 (AFI) – Convocado pela primeira vez para defender a Seleção Brasileira, o preparador físico Anderson Paixão, atualmente na Chapecoense, vive uma fusão de sentimentos. Como auxiliar de Fábio Mahseredjian, o profissional de 35 anos demonstra sua capacidade de trabalho e agrega novos aprendizados a cada dia.
Feliz com o reconhecimento para integrar a comissão técnica de Dunga, viajou no dia 8 de novembro. De lá para cá, passagem vitoriosa por Istambul, na goleada por 4 a 0 diante da Turquia e a chegada à Áustria, onde nesta terça-feira (18), o Brasil enfrenta os donos da casa em Viena, às 16h (horário de Brasília). Na capital austríaca, o carioca que cresceu em Porto Alegre falou sobre a oportunidade após o último treinamento visando o confronto.
“Todo profissional que trabalha com futebol pensa um dia em chegar à Seleção Brasileira, que está entre as cinco principais do Mundo. Mesmo com os resultados das últimas Copas não favoráveis, a história se sobrepõe e todo o sentido que tem esta camiseta amarela representa muito no meio do futebol. Para qualquer brasileiro poder defender as cores do país é motivo de muito orgulho.
Meu trabalho aqui como auxiliar do Fábio é no dia a dia, porque quando os atletas chegam à Seleção no primeiro momento para amistosos, não se pensa em adquirir performances, mas sim fazer uma manutenção das suas condições físicas e, com isso, disponibilizar que tenha as melhores condições possíveis para desempenhar seu papel técnico-tático dentro de campo”.
Realizando um objetivo de carreira, Anderson Paixão destacou a importância para a sequência de sua trajetória encerrar a temporada de 2014 defendendo a Seleção. Ainda sem saber o que 2015 apresentará para sua evolução, valoriza o momento atual.
“Para a carreira de qualquer profissional é algo que se torna indescritível. Como falei anteriormente, primeiro é uma felicidade muito grande, segundo que vivenciar com atleta de altíssimo nível, que demonstra excelente condição técnica, é aprendizado. Os atletas trazem sempre algo novo de seus clubes.
No dia a dia tem que conversar com o profissional, ver o que ele está acostumado a fazer, para que você possa adaptar seu trabalho em cima daquilo, pois o objetivo principal não é moldá-lo neste momento, mas sim dar continuidade ao que vem desempenhado em seu time. Cada atleta vem com o seu tipo de preparação física, seu treinamento e esse é o grande segredo, conseguir juntar todos, mesmo sendo amistosos e fazer com que treinem em prol de um objetivo”, afirma.
Apesar da distância no Velho Continente, em nenhum momento Anderson Paixão deixou de acompanhar a Chapecoense no Campeonato Brasileiro. Fora da casamata há duas rodadas, viu a equipe catarinense perder ambas as partidas por 1 a 0 e ingressar na zona do rebaixamento. O contraste de sua alegria por estar onde todos querem chegar, com a chateação de retornar ao país numa situação delicada, fazem o profissional refletir.
“Quinta-feira estarei no Rio de Janeiro para o jogo contra o Fluminense. Fiquei chateado aqui com os resultados e com essa situação de risco, justamente na reta final da competição. Mas agora é a hora da motivação total, de levantar a cabeça e buscar forças. Temos condições e ainda dependemos apenas da gente para ficarmos na primeira divisão”, finalizou.





































































































































