Muricy adota mistério e tem quatro formas de escalar o Sampa
São Paulo, SP, 26 (AFI) – O São Paulo entrará muito desfalcado na partida desta quarta-feira, contra o Cruzeiro, pelas quartas-de-final da Libertadores. Não bastasse a ausência do goleiro Rogério Ceni, que se recupera de cirurgia no tornozelo esquerdo, o técnico Muricy Ramalho não poderá contar com o meia Hugo.
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O camisa 18 torceu o joelho direito durante o empate sem gols contra o Palmeiras e deve ficar um bom tempo afastado da equipe titular. Com isso, Muricy Ramalho preferiu esconder o nome de seus substituto, mas garantiu que o São Paulo entrará forte, graças às opções no banco de reservas.
“Antes, a situação era complicada. Como muitos jogadores estavam machucados, não tinha o que esconder, era usar as peças que eu tinha e pronto. Podia apenas mexer no esquema tático. Agora, a situação é diferente. Tenho várias opções, o que dá sempre a possibilidade de surpreender o adversário”, disse o treinador.
Quem entra?
O mistério feito por Muricy é justificado, porque o São Paulo tem pelo menos quatro possibilidades para escalar a equipe. A primeira é a mais defensiva, com a manutenção do volante Eduardo Costa, que faria dupla com Jean. Assim, Hernanes seria o único armador de ofício da equipe.
A outra opção seria ofensiva, com a entrada de Dagoberto no meio-campo, ao lado de Borges e Washington. Esta alternativa deve ser usada somente durante o jogo em Belo Horizonte. A entrada de Júnior César na ala esquerda também está na lista. Assim, Jorge Wagner jogaria no meio-campo.
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A possibilidade mais provável, no entanto, é a entrada do volante Arouca. O camisa 11 recebeu elogios quando entrou na equipe titular, por dar mais qualidade ao toque de bola no meio-campo. Esta formação também daria a chance de Muricy mudar o esquema durante a partida. Richarlyson, que começará o jogo como zagueiro, poderia se tornar lateral-esquerdo, fazendo com que o Tricolor passe a jogar no 4-4-2.
O São Paulo deve entrar em campo, portanto, com a seguinte formação: Denis; André Dias, Miranda e Richarlyson; Zé Luís, Jean, Arouca, Hernanes e Jorge Wagner; Borges e Washington.





































































































































