Movimento por um Futebol Melhor festeja primeiro ano em busca de dias melhores
Movimento similar ao "Bom Senso F.C" tem como objetivo beneficiar o torcedoR
Especificamente no último ano surgiram algumas iniciativas que propõe, ainda que de forma tímida, melhorias para o desgastado futebol brasileiro, entre eles o “Bom Senso F.C.” e o Movimento por um Futebol Melhor.
São Paulo, SP, 18 (AFI) – Especificamente no último ano surgiram algumas iniciativas que propõe, ainda que de forma tímida, melhorias para o desgastado futebol brasileiro, entre eles o “Bom Senso F.C.” e o Movimento por um Futebol Melhor, programa este que tem como objetivo beneficiar o torcedor e resgatar o hábito em frequentar os estádios nacionais.
No entanto, a realidade atual do futebol brasileiro não condiz com o cenário de evolução apontado por especialistas e promotores destas iniciativas. Proposta por melhoria no calendário das competições e qualidade dos eventos, principalmente, pela arrecadação financeira criada por mecanismos de programas de fidelidade, ainda, não estão surtindo o efeito desejado.
A falta de segurança para os profissionais envolvidos na promoção do esporte número 1 do Brasil e, principalmente, para os torcedores ainda é precária. Outro aspecto que também chama atenção de forma negativa é a infraestrutura oferecida aos consumidores como estádios, transporte e acessos para alimentação e outros serviços que envolvem este evento.
João Castro Neves, presidente da AmbevO programa Movimento por um Futebol Melhor, que no último dia 14 de janeiro completou seu primeiro ano de existência apresentou a inclusão de 45 clubes do futebol nacional, sendo eles distribuídos entre as Séries A, B e C do Brasileiro, além de outros tantos que sequer disputam alguma divisão do Brasileiro.
São 15 dos 20 da Série A (exceto Atlético (PR), Coritiba (PR), Chapecoense (SC), Criciúma (SC) e Goiás (GO)), 13 da Série B com exceção de Atlético (GO), Boa Esporte (MG), Bragantino (SP), Paraná (PR), ICASA (CE), Luverdense (MT) e Oeste (SP), apenas 4 da Série C (Guarani (SP), Fortaleza (CE), Treze (PB) e Botafogo (PB)) e outros 13 que apenas disputam competições regionais (Grêmio Osasco (SP), Brasil de Pelotas (RS), Ferroviário (CE), Remo (PA), CSA (AL), Campinense (PB), Confiança (SE), Operário (MT), Londrina (PR), Vitória da Conquista (BA), Ferroviária (SP), Democrata (MG) e Sertãozinho (SP)).
Apesar de ter como objetivo proporcionar ao torcedor melhores espetáculos e garantir o retorno com o investimento realizado pela adesão do programa sócio-torcedor, este mecanismo não possui método de fiscalização, ou auditoria, sobre a utilização da verba arrecadada para os clubes e, assim, manter a essência original da proposta.
De acordo com os dados divulgados pelos promotores do programa, cerca de R$ 100 milhões foram distribuídos para os 45 clubes participantes, gerados por quase 700 mil torcedores que participam ativamente. As menores adesões estão entre os clubes que possuem calendário enxuto com apenas poucos meses do ano com atividade. Lembrando que esta é uma das bandeiras do grupo “Bom Senso F.C.” de proporcionar aos clubes menores um calendário mais extenso.
REALIZAÇÃO
“Um ano depois e vários sonhos realizados. São 700 mil sócios, mais de 100 milhões de receita incremental para os nossos clubes e um montão de sócio-torcedor realizado com a chance de fazer o investimento no seu clube e receber tudo de volta através dos benefícios das empresas parceiras. Esse ano é especial pra gente, ano de Copa do Mundo, o futebol está voltando pra casa”, declarou o presidente da Ambev, João Castro Neves.
Destoando daqueles que segundo pesquisas possuem as maiores torcidas do País (Corinthians e Flamengo), o Internacional de Porto Alegre é o grande campeão na adesão do programa de sócio-torcedor. O Colorado aparece na liderança com pouco mais de 110 mil torcedores. Se a equipe do Rio Grande do Sul lidera a disputa, o paulista Sertãozinho, que disputa a Série A3 do Campeonato Paulista, segura a lanterna com apenas 9 adesões.
“O futebol como negócio não era bem explorado no Brasil. O torcedor sempre vibrou e foi apaixonado, mas não tinha instrumentos para contribuir de forma efetiva para a capacidade de crescimento do clube. Agora o cenário mudou: as vantagens oferecidas pelos Cartões Bradesco junto com as demais empresas do Movimento vão continuar fazendo a diferença”, disse o vice-presidente do Bradesco, Domingos Abreu..





































































































































