Ministro do Cazaquistão visita Museu do Futebol e ganha camisa de ex-craque do Brasil
"Estou encantado", disse o ministro após receber a camisa do ex-craque
O ministro das Relações Exteriores do Cazaquistão, Erlan Idrissov, visitou nesta quinta-feira à tarde o Museu do Futebol, na capital paulista, onde recebeu do Brazilian Football Cafe uma réplica da camisa utilizada por Carlos Alberto Torres.
São Paulo, SP, 04 (AFI) – O ministro das Relações Exteriores do Cazaquistão, Erlan Idrissov (foto), visitou nesta quinta-feira à tarde o Museu do Futebol, na capital paulista, onde recebeu do Brazilian Football Cafe uma réplica da camisa utilizada por Carlos Alberto Torres na Copa de 1970. Pela manhã, o ministro visitou a Fiesp.
O presente foi entregue por Claudia Meirelles, diretora do BFC, uma rede de franquias de bares temáticos que funcionam como uma plataforma de negócios especial, flexível e inovadora, além de uma poderosa e criativa ferramenta de marketing para a imagem do país.

O conceito temático do projeto utiliza o futebol brasileiro como elemento catalisador, com o objetivo de mostrar ao mundo o que há de melhor no país, considerando todas as suas regiões e imensa diversidade, promovendo um ambiente onde todos são convidados a vivenciar uma experiência única, através de sons, sabores e cores do Brasil.
“Estou encantado”, disse o ministro após receber a camisa. Carlos Alberto, que é embaixador do Brazilian Football Cafe, falou pelo telefone com Idrissov pouco depois da entrega.
O ministro veio ao Brasil para inaugurar a embaixada de seu país em Brasília e para aproximar mais os dois países. Atualmente, o Cazaquistão, que já integrou a União Soviética, é o nono pais do mundo em superfície, com 19% das maiores jazidas de urânio do mundo. Seu território possui a 11ª reserva de petróleo e a 17º reserva de gás do planeta.
O salto em renda per capita dos 17 milhões de habitantes de Cazaquistão foi vertiginoso, de U$ 1.658 por ano em 2002 para U$ 13.000 dez anos depois. A inflação, que após a saída do bloco soviético era de 3.000% ao ano, hoje está em volta de 6% ao ano, destacou o ministro.





































































































































