Milton Neves volta a causar polêmica na web com opinião sobre Eusébio
Na virada do ano, jornalista já tinha sido assunto ao cutucar Rogério Ceni, do São Paulo
São Paulo, SP, 05 (AFI) – O renomado jornalista Milton Neves é conhecido por suas opiniões contundentes e também por causar polêmica. Neste domingo, ele voltou a ser notícia ao opinar sobre Eusébio, o maior jogador do futebol português que morreu aos 71 anos. Pelo twitter, Milton Neves falou sua a carreira de Eusébio.
“Morreu Eusébio, genial jogador no mesmo nível de Tupanzinho, Jairzinho, Amarildo, Ademar Pantera, Servílio, Coutinho, Edu e Dinamite. E olhe lá”, escreveu ele que ainda recebeu uma saraivada de críticas.

“Não é porque morreu, que Eusébio foi Pelé. Ora, essa bobagem vem desde a Copa de 66 e antes o Santos cansou de massacrar o Benfica dele”, continuou o jornalista.
Torcedor do Atlético-MG e do Santos, Milton Neves aproveitou para comparar a genialidade de Reinaldo, atacante do Galo, e de Eusébio.
“Reinaldo do Galo jogava 11,77 vezes mais do que Eusébio. Mesmo sem joelhos. Com joelhos ganhava de Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo também”.
Para arrematar, Milton Neves – que durante o ano novo chegou a cutucar Rogério Ceni, goleiro do São Paulo – ainda relatou alguns “causos” envolvendo Eusébio.
“Em 60, a Ferroviária goleou time de Moçambique por 6 a 1 com 5 gols de Beni e o técnico Bauer pediu a contratação de Eusébio. Aldo Comito não quis. A Ferroviária de Araraquara não quis o menino Eusébio por 5 mil dólares e a Portuguesa não aceitou Maradona por 12 mil dólares em 73. Já o São Paulo de Pimenta não aceitou pagar 10 mil dólares por 50% de um certo Ronaldo que viraria Fenômeno”. finalizou.
Mais de Eusébio!
Eusébio faleceu na madrugada deste domingo em Portugal, aos 71 anos. De acordo com a imprensa do país europeu, a causa da morte foi uma parada cardiorrespiratória, por volta das 4h pelo horário local.
Nascido em 1942, na África Oriental Portuguesa, na região hoje conhecida como Moçambique, Eusébio surgiu para o futebol no Sporting Lourenço Marques. Em 1960, chegou ao Benfica, clube no qual atuou por mais de 600 vezes, se tornando o grande nome da história do clube e ídolo maior do futebol português.





































































































































