Mesmo após tragédia, jogos na altitude são mantidos
Campinas, SP, 4 (AFI) – O presidente da Conmebol, o paraguaio Nicolás Leoz, cedeu mais uma vez à pressões ocultas e manteve a posição de não proibir os jogos em cidades com altitude acima de 2.750 metros do nível do mar. A decisão foi reafirmada na reunião do conselho executivo, na última quinta-feira, três dias depois do Flamengo receber um fax de médicos bolivianos denunciando a morte de um jogador em Potosí, na Bolívia (reveja a tragédia).
Não contente em prosseguir com a irresponsabilidade em suas competições competentes – Libertadores e Sul-Americana-, a Confederação Sul-Americana de Futebol pediu à Fifa que reconsidere a decisão de proibir os jogos das Eliminatórias na altitude, uma vez que ta torneio é de responsabilidade da entidade máxima do futebol.
Tal atitude visa beneficiar – ou não prejudicar – seleções frágeis tecnicamente como Bolívia, Equador, Colômbia e Peru, que usam da altitude para equilibrar o confronto contra adversários mais qualificados.
O Brasil foi, mais uma vez, contra a decisão da Conmebol. Na reunião da última quinta, realizada na sede da Confederação, em Luque, no Paraguai, estiveram presentes representantes dos dez países integrantes da entidade: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Colômbia, Bolívia, Equador, Venezuela e Chile.





































































































































