Meia argentino é velado no clube que o revelou para o futebol

Familiares, amigos e centenas de pessoas tiveram a oportunidade de se despedir do jogador morto há quase um mês

Familiares, amigos e centenas de pessoas tiveram a oportunidade de se despedir do jogador morto há quase um mês

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São Paulo, SP, 16 – O meia argentino Emiliano Sala foi velado neste sábado na cidade de Progreso, na Argentina, onde o atleta deu seus primeiros passos no futebol.

Com o caixão envolto em uma bandeira rubro-negra, cores do San Martín de Progreso, familiares, amigos e centenas de pessoas tiveram a oportunidade de se despedir do jogador morto há quase um mês em um acidente aéreo no Canal da Mancha, entre a França e a Grã-Bretanha.

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Além de familiares e amigos de Sala, também compareceram ao velório atletas e autoridades do Cardiff City, do País de Gales, e do Nantes, da França. Pelo lado do clube francês, onde o meia brilhou, o secretário-geral do clube, Loic Morin, e o zagueiro Nicolás Pallois, seu melhor amigo, foram à Argentina. Já pelo time britânico, o chefe-executivo Ken Choo e o treinador Neil Warnock também prestaram homenagens.

Corpo do argentino Emiliano Sala foi velado no clube San Martín de Progreso

Corpo do argentino Emiliano Sala foi velado no clube San Martín de Progreso

ONDE BRILHOU
Nantes e Cardiff City são, respectivamente, o clube em que Sala mais brilhou e o que abriu os cofres para transformá-lo na contratação mais cara da sua história – 17 milhões de euros (R$ 72 milhões).

Ainda neste sábado, o caixão foi transportado até a cidade de Santa Fé, onde o corpo de Sala foi cremado.

TRAGÉDIA
Em 21 de janeiro, o argentino deixou a cidade francesa rumo ao Reino Unido, onde faria o primeiro treino pelo Cardiff City, clube que comprou o atacante na última janela de transferências da Europa. O avião de pequeno porte que levava o jogador desapareceu dos radares no Canal da Mancha e não chegou ao destino.

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A aeronave só foi encontrada no dia 3 de fevereiro, com a ajuda de um barco particular e um equipamento sonar de última geração contratado pela família e agentes do atleta.

As peças estavam no fundo do mar, a aproximadamente 38 quilômetros ao norte da ilha de Guernsey, na Grã-Bretanha. O corpo do jogador foi retirado do mar no dia 6 e identificado no dia seguinte, por meio de exames de DNA.