Mato-grossense: Times tradicionais estão voltando à divisão de elite
Com Cuiabá e Luverdense, a Primeira Divisão vem sendo mais valorizada
Cuiabá, MT, 29 (AFI) – O Sorriso, da cidade de Sorriso, no interior do Mato Grosso, está de volta à primeira divisão do Estado. O acesso foi conquistado neste domingo, após o time empatar por 1 a 1 com o Barra do Garça, em Barra do Garça. Como no primeiro jogo o Sorriso havia vencido por 2 a 0, ficou com a vaga.
O acesso também serviu para confirmar a fama de vencedor do treinador Marcos Birigui (foto abaixo), ex-goleiro de Guarani e Santa Cruz nos anos 1980/90. Birigui tem feito bons trabalhos naquela região do Brasil e neste ano estruturou todo o Sorriso para a conquista do acesso.
Com Luverdense e Cuiabá na Série C do Campeonato Brasileiro, o futebol do Mato Grosso atravessa bom momento e passou a ser uma referência para profissionais do futebol.

Operário perde da outra vaga
A outra vaga para o acesso será disputada na noite desta terça-feira, no estádio Presidente Dutra, em Cuiabá, entre o Operário de Várzea Grande e o Poconé. No primeiro jogo, disputado em Poconé, o Operário já havia confirmado seu favoritismo vencendo por 3 a 1 e agora pode perder por até um gol de diferença que garantirá seu retorno à primeira divisão.
O Operário é um dos times de maior tradição no Centro-Oeste nas vem em queda nos últimos anos. Para disputas da Segunda Divisão deste ano fez uma estranha parceria com César Augusto Farias Scheiter que se apresenta como “César Gaúcho” para disfarçar alguns trambiques e evitar ser encontrado por Oficiais de Justiça já que responde a vários processos judiciais.
Patrono do Operário tentou dar um golpe no Araçatuba
César Scheiter, ou César Gaúcho, montou um time caro no Operário em que o destaque é o veterano meia uruguaio Acosta, que jogou no Náutico-PE e Corinthians. O treinador é o ex-zagueiro Narciso, que treinou as categorias de base do Santos e Palmeiras. A dúvida, pelo histórico de César Scheiter, é se ele vai cumprir seus compromissos ou vai dar outros de seus calotes deixando jogadores e comissão técnica sem dinheiro.
O patrono do Operário responde judicialmente a processos por estelionato e uso de documento falso em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Segundo o jornal “Folha da Região” de Araçatuba, há tempos atrás tentou dar um golpe no Araçatuba, mas suas intenções foram descobertas a tempo e o clube do interior paulista não firmou parceira com o estranho cartola.





































































































































