Mas já? Volante deixa time da Série C sem sequer estrear
Pelotas, RS, 19 (AFI) – Foi uma passagem relâmpago. Márcio Zani (foto) mal chegou ao Brasil e na última sexta-feira acabou indo embora. A rescisão do contrato ocorreu devido a uma discrepância entre o tempo que o jogador previa para entrar em campo, com o período real para que isso acontecesse. Nas conversas preliminares, o empresário do volante afirmou que o atleta mantinha uma rotina de treinos diários e estaria pronto para atuar. Porém, nos testes realizados no Bento Freitas a constatação foi outra.
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“Após as avaliações iniciais e o início dos trabalhos, o Depto Técnico Científico do clube constatou que o prazo que ele precisaria para ser colocado à disposição para jogos seria infinitamente superior ao que ele nos havia informado. Diante disso o Brasil não poderia, dada a brevidade da competição e dada a necessidade que nós tínhamos, arcar com as consequências de um jogador que precisaria de um longo período de tempo para entrar em forma”, argumentou o Gerente de Futebol, Luis Parise.
Mesmo com esse desencontro de informações, Márcio Zani elogiou muito a estrutura e a torcida do Brasil, e deixou boas impressões na Baixada. Na rápida passagem pelo rubro-negro, onde fez apenas um treino coletivo, o volante agradou pelo alto nível de profissionalismo e em breve, em uma nova situação, ele pode estar de volta ao Xavante.
“Nós adiamos o uso do Márcio Zani nesse primeiro momento, quem sabe mais a frente, na outra competição (Copa Arthur Dallegrave), ou até no ano que vem, a gente possa voltar com ele, porque as informações foram muito boas a respeito da sua qualificação técnica”, completou Parise.





































































































































