Marinho, que disputou a Libertadores pelo Guarani, morre em Curitiba
O corpo do ex-jogador está sendo velado no Cemitério Municipal do Boqueirão, na capital paranaense
O ex-meia-esquerda Mário da Rocha, mais conhecido como Marinho, que defendeu o Guarani na Libertadores de 1979, faleceu aos 63 anos vítima de um câncer na coluna.
Curitiba, PR, 03 (AFI) – O mundo da bola perdeu mais um de seus craques, nesta segunda-feira. O ex-meia-esquerda Mário da Rocha, mais conhecido como Marinho, que defendeu o Guarani na Libertadores de 1979, faleceu aos 63 anos vítima de um câncer na coluna. O jogador passou os últimos dias bastante debilitado e internado no Hospital São Lucas, em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba.
O corpo do ex-jogador, ídolo dos extintos Colorado e Pinheiros – clube que se fundiram e formaram o Paraná Clube -, está sendo velado no Cemitério Municipal do Boqueirão, na capital paranaense. O sepultamento acontecerá nesta terça-feira, às 11 horas.
Embora da carreira de sucesso, Marinho passou por grandes dificuldades no final da vida. Muito por conta de seu estado de saúde. Após pendurar as chuteiras, ele sofreu com um problema nas córneas e chegou a fica cego. O problema foi minimizado, após duas cirurgias, que recuperaram apenas parcialmente e visão.
Sem enxergar, o ex-meia precisou desfazer-se de vários bens para se sustentar. A situação só piorou quando ele e a esposa Rose foram acometidos com câncer. Vivendo em condições precárias, se comparadas aos tempos de jogador, ele também vivia em depressão.
Marinho viveu grandes momentos como jogador entre as décadas de 70 e 80. Ele foi grande ídolo no extinto Colorado, onde começou a ganhar projeção nacional. Formou um time que contava com Edu (irmão de Zico) e Levir Culpi. Na época, o
Colorado era considerado a terceira força do Estado e jogava de igual para igual com Coritiba e Atlético-PR.
Após se destacar no Operário de Campo Grande (MS), foi contratado em 1979 pelo Guarani, então campeão brasileiro. No Bugre, disputou a Libertadores. Depois, chegou a defender o Vitoria. No final da carreira, voltou ao Paraná, onde defendeu por mais cinco anos no Pinheiros. Por fim, passou por Matsubara-PR, Noroeste e Novo Hamburgo-S.





































































































































