Este primeiro jogo final evidenciou um condicionamento bem alto dos finalistas em relação ao Guarani dentro da Série C do Brasileiro.
Uma lógica conclusão que os finalistas estão mais bem condicionados fisicamente, comparativamente ao Guarani da época.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 18 (AFI) – O bugrino que acompanhou o empate por 1 a 1 entre Maringá e Ferroviária, no sábado, pergunta como pode o seu clube sequer ter chegado ao quadrangular decisivo da Série C do Brasileiro?
Não faltam aqueles que culpam o ex-treinador Élio Sizenando por decisões questionáveis até em escalações de jogadores.
Quem viu Maringá e Ferroviária decidindo o título, na primeira partida, no interior paranaense, chegou à lógica conclusão que os finalistas estão mais bem condicionados fisicamente, comparativamente ao Guarani da época.
RENDIMENTO FÍSICO
Os finalistas fizeram um jogo corrido o tempo todo, enquanto o rendimento físico do Guarani foi marcado por queda substancial antes mesmo da metade do segundo tempo.
Nesse jogo de sábado, a capacidade de recomposição de ambos os lados foi um dos aspectos marcantes.
Via-se meias e atacantes voltando rapidamente para a marcação, contrastando com atacantes bugrinos que voltavam andando.
CENTROAVANTE MARANHÃO
Se no Guarani o centroavante Maranhão era basicamente acionado em bolas cruzadas, na Ferroviária ele tem recebido passes rasteiros.
E mesmo recebendo marcação individual, usou a recomendável compleição física para fazer a chamada ‘parede’.
Claro que sentiu falta da aproximação de parceiros de ataque, para a sequência natural das jogadas.
FUTEBOL COM RAPIDEZ
Está claro que a Série C do Brasileiro exige rapidez desde o início de jogadas, de trás, diferentemente do aplicado pelo Guarani, que pautava por lentidão nas trocas de passes na defesa e meio de campo.
Evidente que isso permitia recomposição rápida de defensores adversários.
Conclui-se que, embora no aspecto técnico o Guarani aparentemente tenha sido mais qualificado do que os finalistas, a Série C ensina que sem a devida competitividade não há como prosperar.





































































































































